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CAGED

Otimismo no emprego não chega e Capital perde 4,176 empregos em 12 meses

Volume equivale a 11,8 vagas extintas por dia no município
18/07/2017 05:00 - DA REDAÇÃO


 

O otimismo da economia registrado neste começo de ano parece não ter chegado ao mercado de trabalho em Campo Grande.

Pelo contrário. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem, nos 12 últimos meses, a Capital teve saldo negativo de  4,176 postos de trabalho fechados.

No período, foram registradas 95.586 demissões contra 91.410 admissões. O saldo negativo corresponde a uma média de 348 empregos formais extintos ao mês, 11,8 vagas fechadas a cada 24 horas.

O setor de serviços é o que acumula maior número de desempregados, 2,402 mil empregos fechados. No acumulado dos últimos 12 meses, somente um setor permanece com saldo positivo de geração de empregos, que é o caso da administração pública com abertura de oito vagas.

Permanecem com saldo negativo: indústria da transformação (-362), industria de utilidade pública (-125) e comércio (-227).

Até mesmo o setor agropecuário, que tem segurado a geração de emprego no restante do País, fechou com queda de 101 postos de trabalho.

E o comportamento apresentado no mês passado pouco ajudou para melhorar este índice. Somente em junho, foram 337 postos de trabalho fechados na Capital sul-mato-grossense, o que fez com que o município ficasse na última posição entre os municípios do Estado com mais de 14 mil habitantes.

Ainda conforme o Caged, a construção civil foi a que mais fechou vagas de emprego com carteira assinada no mês passado, 337 postos extintos. A indústria da transformação extinguiu outras 106 vagas. O resultado só não foi pior graças à leve recuperação apresentada pelos setores de comércio (+61) e serviços (+51). 

*Leia reportagem, de Renata Prandini, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

Felpuda


Malfeitos que teriam sido praticados em tempos não tão remotos podem ser a pedra no caminho de pré-candidatura que está sendo costurada. As conversas ainda estão nas “ondas da rádio-peão”, mas, com a proximidade da campanha eleitoral, há quem diga que isso se tornará uma tremenda dor de cabeça para quem vai enfrentar as urnas. Pior:  o dito não seria culpado direto, mas sim a sua...  Bem, deixa rolar para ver onde vai parar.