Economia

IMOBILIÁRIO

MS terá R$ 960 milhões
para financiamentos com o FGTS

Governo subiu em 18,5% valor destinado à modalidade, o que representa R$ 148 milhões

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O Governo federal aumentou este mês em 18,5% o valor destinado ao financiamento imobiliário com recursos do FGTS em Mato Grosso do Sul. Serão R$ 148,7 milhões a mais do que os R$ 811,8 milhões previstos em dezembro do ano passado, totalizando R$ 960,5 milhões neste ano. Este aumento ocorreu por causa do remanejamento de R$ 4 bilhões da área de saneamento para o setor habitacional. 

De acordo com o Ministério das Cidades, o dinheiro saiu da rubrica de saneamento básico e infraestrutura urbana para atender a habitação popular, sendo que R$ 3,350 bilhões no País serão para as pessoas que não precisarem de desconto quando o banco fizer o financiamento.

Por esse motivo, dos R$ 960,5 milhões destinados à habitação popular no Estado, R$ 533 milhões são para carta de crédito individual,  a forma de financiamento que teve a maior elevação nos valores disponibilizados com a nova instrução normativa da pasta pulicada no dia 29 de outubro. Dos R$ 398,2 milhões previstos em dezembro do ano passado, o valor foi para os R$ 533 milhões, um crescimento de 33,85%.

A linha de crédito para apoio à produção de habitações subiu de R$ 398,2 milhões para R$ 403,7 milhões. Esta forma de financiamento é para as empresas da construção civil, na qual, enquanto o cronograma de obras é executado, os imóveis são financiados para pessoas físicas e jurídicas.

A  carta de crédito associativo, que financia imóveis na planta e as condições comerciais e o acompanhamento das obras são feitos pelo banco, teve o valor elevado de R$ 7,6 milhões para R$ 17,6 milhões. Já o pró-moradia, que atende famílias em situação de risco,  teve redução de R$ 7,6 milhões para R$ 6,1 milhões.

DESCONTOS E METAS

A nova instrução normativa da pasta também elevou o valor a ser usado nos descontos de financiamento a pessoas físicas. De R$ 137,8 milhões, o total foi para R$ 167,7 milhões.

Também ocorreu a redefinição das metas com a aplicação dos recursos do FGTS na construção civil. A previsão é construir ainda este ano 575.175 imóveis, gerando 1.674.750 empregos, com a utilização de R$ 57,6 bilhões do FGTS para a construção civil em todo o País.

jornada de trabalho

Marinho: o que cabe neste momento é a escala 5x2 com redução para 40 horas semanais

Ministro do Trabalho e Emprego defendeu enfrentar o debate do impacto de custo decorrente da mudança

10/03/2026 15h03

Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego

Luiz Marinho, ministro do Trabalho e Emprego Valter Campanato/Agência Brasil

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O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que o que cabe neste momento é a escala 5x2, com redução de 44 horas para 40 horas de trabalho semanais. Ele disse que a economia hoje suporta a redução para 40 horas semanais, não 36 horas semanais.

As declarações ocorreram em audiência pública realizada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, na tarde desta terça-feira, 10, sobre o fim da jornada de trabalho 6x1.

"O que cabe nesse momento é redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, jornada máxima, sem redução do salário, com duas folgas na semana. Portanto, eu estou falando de 5x2", disse a parlamentares.

Marinho defendeu enfrentar o debate do impacto de custo decorrente da mudança. "Nós não podemos negar que há um impacto de custo, evidentemente que acontece um impacto de custo. Mas é preciso não entrar numa neura de que esse custo é proibitivo a tal ponto de não encontrarmos um ponto de equilíbrio", sustentou o ministro. "Nós não desejamos asfixiar a economia. O que nós precisamos é criar condições de trazer uma conquista, porque é uma exigência especialmente da juventude trabalhadora", prosseguiu.

Segundo ele, há empresas se antecipando à redução da jornada e a economia já precificou os impactos da mudança. "Nós estamos seguros de que a redução da jornada para 40 horas semanais é plenamente factível, é plenamente sustentável", concluiu.

Admissibilidade constitucional

A proposta que dá fim à escala 6x1 está sendo analisada pela CCJ do ponto de vista da admissibilidade constitucional. O mérito da matéria será discutido somente após a instalação da comissão especial.

De acordo com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a expectativa é de que a PEC seja levada para votação no plenário em maio deste ano.

Dados

A subsecretária de Estatística e Estudos do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego, Paula Montagner, afirmou que, a partir de dados enviados pelas empresas através do eSocial, 66,8% dos vínculos celetistas (29,7 milhões de pessoas) operam em cinco dias trabalhados com dois dias de descanso.

Ela ressaltou que, além de um dado trabalhista, trata-se de um dado previdenciário e tributário, "então, a gente espera que seja o mais próximo da realidade vivenciada nas empresas". "Nossa leitura é de que a transição é viável, estratégica e benéfica", afirmou sobre a redução para a escala 5x2, com 40 horas semanais.

A subsecretária disse que 35% dos trabalhadores de micro e pequenas empresas, 33,7% dos trabalhadores das grandes empresas e 35,4% dos trabalhadores da agropecuária fixos estão na escala 6x1. No caso de pessoas físicas (empregadores domésticos), só 3% operam na escala 6x1. Sobre os setores críticos para o fim dessa escala, ela mencionou o transporte aéreo (53,2% na escala 6x1) e serviços de alojamento (52,0%), alimentação (47,1%) e comércio (42,2%).

Paula Montagner também apresentou destaques regionais, os Estados em que há mais trabalhadores na escala 6x1 são nas fronteiras agrícolas - Tocantins, Santa Catarina e Roraima. Em volume absoluto, o Sudeste lidera com 7 milhões de celetistas na escala de seis dias de trabalho.

LOTERIAS

Resultado da Super Sete de ontem, concurso 820, segunda-feira (09/03): veja o rateio

A Super Sete tem três sorteios semanais, às segundas, quartas e sextas, sempre às 21h; veja quais os números sorteados no último concurso

10/03/2026 08h28

Confira o rateio da Super Sete

Confira o rateio da Super Sete Foto: Super Sete

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A Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 820 da Super Sete na noite desta segunda-feira, 9 de março de 2026, a partir das 21h (de Brasília). A extração dos números ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, com um prêmio estimado em R$ 3,3 milhões.

Premiação

  • 7 acertos - Não houve ganhadores
  • 6 acertos - 3 apostas ganhadoras, (R$ 11.449,22)
  • 5 acertos - 43 apostas ganhadoras, (R$ 1.141,11)
  • 4 acertos - 658 apostas ganhadoras, (R$ 74,57)
  • 3 acertos - 6.267 apostas ganhadoras, (R$ 6,00)

Confira o resultado da Super Sete de ontem!

Os números da Super Sete 820 são:

Verifique sua aposta e veja se você foi um dos sortudos deste concurso.

  • Coluna 1: 3
  • Coluna 2: 0
  • Coluna 3: 1
  • Coluna 4: 8
  • Coluna 5: 8
  • Coluna 6: 5
  • Coluna 7: 5

O sorteio da Dupla Sena é transmitido ao vivo pela Caixa Econômica Federal e pode ser assistido no canal ofical da Caixa no Youtube.

Próximo sorteio: Super Sete 821

Como a Super Sete tem três sorteios regulares semanais, o próximo sorteio ocorre na quarta-feira, 11 de março, a partir das 21 horas, pelo concurso 821. O valor da premiação está estimado em R$ 3,5 milhões.

Para participar dos sorteios da Super Sete é necessário fazer um jogo nas casas lotéricas ou canais eletrônicos.

Como jogar na Super Sete

Os sorteios da Super Sete são realizados às segundas, quartas e sextas-feiras, sempre às 20h (horário de MS).

O Super Sete é a loteria de prognósticos numéricos cujo volante contém 7 colunas com 10 números (de 0 a 9) em cada uma, de forma que o apostador deverá escolher um número por coluna.

Caso opte por fazer apostas múltiplas, poderá escolher até mais 14 números (totalizando 21 números no máximo), sendo no mínimo 1 e no máximo 2 números por coluna com 8 a 14 números marcados e no mínimo 2 e no máximo 3 números por coluna com 15 a 21 números marcados.

Há a possibilidade de deixar que o sistema escolha os números para você por meio da Surpresinha, ou concorrer com a mesma aposta por 3, 6,  9 ou 12 concursos consecutivos através da Teimosinha.

O valor da aposta é R$ 3,00.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada.

Para a aposta simples, com apenas sete dezenas, que custa R$ 3,00, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 158.730, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 21 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 280, ainda segundo a Caixa.

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