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ECONOMIA

Mato Grosso do Sul criou 18 mil empregos formais em 2014

O setor que mais demitiu foi o da construção civil e o que mais gerou vagas foi serviços

9 SET 15 - 17h:30GABRIEL MAYMONE

Mato Grosso do Sul criou, em 2014, 18 mil postos de trabalho, conforme o RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), divulgada nesta quarta-feira (9), pelo Ministério do Trabalho, um aumento de 2,82% em relação ao estoque de emprego de dezembro de 2013

Conforme os dados, em números absolutos, a construção civil foi a que mais demitiu, foram eliminados 7,9 mil postos de trabalho, uma variação negativa de 21,24%, em relação ao ano anterior. Por outro lado, o setor que mais criou novos empregos foi o de serviços, 16,8 mil postos de trabalho, uma alta de 9,59%.

Em destaque também aparece a administração pública, que criou 3,5 mil postos de trabalho e o comércio, que gerou 2,5 mil empregos. A agropecuária gerou 1,5 mil vagas, a indústria de transformação, 787, serviços industriais de utilidade pública, 652, e extrativa mineral, 2.

O número de empregos formais no estado alcançou 653,6 mil em dezembro de 2014, representando um crescimento de 2,82% em relação ao estoque de emprego de dezembro de 2013. Em números absolutos, esse aumento correspondeu ao acréscimo de 18,0 mil postos de trabalho.

REMUNERAÇÃO

O rendimento real médio do trabalhador sul-mato-grossense registrou a elevação de 2,22% em

relação a dezembro de 2013. O salário das mulheres teve maior alta, de 3,18%, em relação aos vencimentos dos homens, 1,82%. Apesar da diferença, eles ainda ganham mais do que as mulheres, em média, R$ 2.412,73 ante R$ 2.131,57 recebido por elas.

MAIS INSTRUÍDOS PERDEM SALÁRIO

Os dados indicam que os profissionais com nível superior completo perderam, em média, 5,22% da remuneração, em 2014, se comparado com o ano anterior. De R$ 5.156,56 recebidos em 2013 caiu para R$ 4.877,22 no ano seguinte.

MELHORES SALÁRIOS

Conforme o Rais, os setores que pagam os melhores salários no Estado são: instituições de crédito, seguros e capitalização (R$ 4.907,33), serviços industriais de utilidade pública (R$ 4.207,24), administração pública (R$ 4.024,29) e ensino (R$ 4.024,29).

Por outro lado, as remunerações médias mais baixas estão nos setores de: indústria de calçados (R$ 1.243,76), indústria têxtil do vestuário e artefatos de tecidos (R$1.351,19), indústria da madeira e do mobiliário (R$ 1.393,55), comércio varejista (R$ 1.465,66) e serviço de alojamento, alimentação, reparação e manutenção (R$ 1.556,09).

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