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Mais famílias campo-grandenses conseguem pagar as dívidas

Número de endividados aumentou, mas houve queda na inadimplência

16 SET 19 - 19h:01SÚZAN BENITES

Apesar do número de famílias endividadas ser ligeiramente maior, mais campo-grandenses conseguiram pagar as dívidas. É o que mostra a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

O percentual de famílias endividadas em Campo Grande apresentou ligeiro aumento no mês de setembro, com 56,7% contra 56,6% do mês anterior, mas bem abaixo do registrado em setembro do ano passado quando foi de 58,9%. “Tecnicamente podemos dizer que mantemos o mesmo número de pessoas endividadas ao mês de agosto”, explica a economista do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS, Daniela Dias.

De acordo com a economista é importante olhar para o indicador daqueles que não tem condições de pagar a dívida. “Em setembro foram 11,5% índice menor na comparação a agosto, que atingiu 12,1%, isso significa que os consumidores estão, aos poucos, colocando suas contas em dia. Podemos ter um índice melhor no próximo mês, com a liberação do FGTS e restituição do Imposto de Renda”, explica.

São 175.750 famílias endividadas na Capital, sejam com cartões de crédito (69,3%), carnês de lojas (17,4%), prestações de carro (14,7%) e financiamento de casa (13,7%). Em um ano são 4.952 famílias a menos na lista de endividados. Em setembro de 2018 o total era de 180.702.

O maior percentual entre os que possuem dívidas em atraso (60,1%) está entre os que recebem até dez salários mínimos. Também é nessa faixa que acumula o maior índice (15,4%) dos que não conseguiram pagar as dívidas em atraso. Dentre os que responderam ao questionário, 44,1% afirmam que as dívidas são acima de 90 dias.

A coleta dos dados é realizada sempre nos últimos dez dias do mês imediatamente anterior ao da divulgação da pesquisa. Assim, os dados da PEIC de setembro foram coletados nos últimos dez dias do mês de agosto de 2019.

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