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CATEGORIA RURAL

Em MS, 31,4 mil devem atualizar cadastro para ter desconto na energia

Recadastramento é para consumidores da classe rural
15/06/2019 17:46 - GLAUCEA VACCARI


Mais de 31,4 mil consumidores de energia elétrica classificados como rural em Mato Grosso do Sul, que exercem atividade agrícola e rural ligados à irrigação e aquicultura, e têm descontos tarifários na conta, devem atualizar o cadastro junto a concessionária Energisa. Recadastro é realizado em todo o Brasil e convocação é feita pelo governo federal e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Conforme a Energisa, neste ano a atualização deve ser feita por 31.498 clientes de 28 cidades do Estado. O recadastramento garante o benefício do desconto, que varia de 10% a 90% no valor da tarifa de energia elétrica para a classe.

Devem fazer a atualização quem exerce atividades como agropecuária rural ou urbana, residencial rural, cooperativa de eletrificação rural, agroindustrial, serviço público de irrigação rural, escola agrotécnica e aquicultura.

Os consumidores que se enquadram na categoria têm até 31 de outubro para procurarem a agência de atendimento da Energisa da sua cidade, levando documentos específicos para cada área. Quem não comparecer para a atualização dentro do prazo, perde automaticamente o desconto.

Conforme o governo federal, o objetivo da convocação é revisar a documentação para conceder o desconto apenas para os consumidores que de fato estão enquadrados nas respectivas classes que tem direito ao benefício.

Para saber quais são os documentos necessários para a atualização ou tirar dúvidas, consumidor pode ligar gratuitamente para o número 0800 722 7272 ou acessar o site do recadastramento da concessionária. do Estado.

Felpuda


Alguns políticos estão se aproveitando deste momento preocupante de pandemia para sugerir projetos oportunistas que, em alguns casos, são de resultados extremamente duvidosos. O mais interessante – para não dizer outra coisa – é que se for analisado o desempenho normal dessas figuras, verifica-se que essa preocupação toda nunca esteve no topo das suas prioridades. Ano eleitoral é assim mesmo. Lamentável!