Campo Grande - MS, sexta, 17 de agosto de 2018

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Maggi lança Agro+ na Capital
para reunir setor produtivo do agro

Programa prevê mais de 700 alterações para facilitar negócios

22 SET 2017Por RENATA PRANDINI04h:00

O governo do Estado pretende reunir o setor produtivo de MS para dar início ao processo de discussões de meios de desburocratização no setor agropecuário. A medida foi anunciada pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB), que, ao lado do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, assinou a adesão ao Plano Agro+, em Mato Grosso do Sul.

“Hoje (ontem), assinamos a adesão ao Agro+. Agora, vamos chamar a classe produtora para discutir quais são os gargalos. Mudando normas e adequando com as mudanças já feitas na estrutura federal. Vamos conversar com toda a cadeia para saber o que pode ser feito. Acredito que o governo atrapalhando menos o setor produtivo, ele já estará ajudando bastante”, disse Azambuja.

De acordo com o ministro, desde que foi lançado, o programa já resultou em mais de 700 ações por parte do governo federal para reduzir a burocracia, como readequação de normas e mudanças na legislação.

“São mais de 700 alterações para facilitar a vida dos produtores. Mas os estados têm suas legislações próprias. Por isso, precisam chamar a classe produtora para discutir o que ajuda e o que atrapalha. O Agro Mais é um estímulo para desburocratizar toda a cadeia, sem que se altere a qualidade final do produto”, destacou.

Durante a cerimônia, realizada no Centro de Convenções Arq. Rubens Gil de Camillo, o ministro também participou da entrega de 22 veículos para a Agência Estadual de Defesa Sanitária e Animal (Iagro), que totalizou um investimento de R$ 1,512 milhão, aproximadamente. O investimento foi feito por meio de convênio entre o Estado e o Ministério da Agricultura. 

FRIGORÍFICO

Antes da cerimônia, Maggi esteve no município de Corumbá, onde participou da inauguração do maior frigorífico de carne de jacaré do Brasil.

A indústria Caimasul, situada a 35 km de Corumbá, teve investimento de R$ 35 milhões na planta industrial e inicia operações com uma geração de 150 empregos diretos e previsão de produzir 350 toneladas de carne de jacaré por ano e 10 mil peles. 

O ministro parabenizou a coragem dos empresários e o projeto inovador. “O evento de hoje é um marco na história do Pantanal. Trata-se do uso sustentável dos recursos naturais que representam uma nova oportunidade econômica no Estado”.

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