MAIS PRAZO

Estado está autorizado a renegociar<br> dívida de R$ 344 mi com BNDES

Segundo a Sefaz, a economia será de R$ 20 milhões
19/07/2017 15:33 - Izabela Jornada


 

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) sancionou ontem a lei que autoriza o Executivo a renegociar operações de crédito financiadas com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) divulgou que a economia, somente neste ano, será de R$ 20 milhões. 

A dívida que vai ser renegociada é de R$ 344,142 milhões, conforme dados atualizados até 30 de abril deste ano, e refere-se a duas operações que o Governo Federal avaliza.

O prazo para pagamento da dívida era até 2033. A Sefaz informou que a amortização mensal fica em torno de R$ 4,692 milhões.

A renegociação deve permitir que o pagamento mensal caia para R$ 2,073 milhões, que representaria uma economia/mês de R$ 2,620 milhões.

“Esse reparcelamento vai ajudar no fluxo de caixa e teremos quase R$ 2 milhões de economia (mês)”, disse o líder do Governo na Assembleia Legislativa, Rinaldo Modesto (PSDB).

Rinaldo explica ainda que essa dívida é decorrente do governo anterior. “Agora vamos ter quatro anos de carência para retomar pagamentos. As parcelas vão se estender até 2043”, explicou o tucano. Até junho de 2018, a economia chegará a R$ 36,680 milhões.

O governo do Estado havia divulgou que essa negociação era necessária para que fosse possível garantir o reajuste dos servidores públicos. O índice oferecido foi de 2,94% de forma linear para todas as categorias. 

 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".