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IMÓVEIS

Feirão da Casa Própria movimentou<br> R$ 132 milhões na Capital

Volume corresponde a 26,4% do crédito disponível para o evento
30/05/2017 06:30 - RENATA PRANDINI


 

O Feirão da Casa Própria movimentou cerca de R$ 132 milhões neste ano, em Campo Grande. O evento, promovido pela Caixa Econômica Federal e que contou com o apoio do Sindicato da Habitação de Mato Grosso do Sul (Secovi-MS), reuniu média de quatro a cinco mil visitantes no fim de semana, no shopping Norte Sul Plaza.

O volume de negócios gerados corresponde a 26,4% do crédito disponibilizado pela Caixa para a feira (R$ 500 milhões).

Conforme o presidente do Secovi, Marcos Augusto Netto, o evento  fechou com alta aproximada de 10% em comparação à edição do ano passado.

“Percebemos que está havendo um certo deslocamento da crise política da econômica. Alguns indicadores econômicos melhoraram, por exemplo, a inflação abaixo da meta e o desemprego, que estacionou com até leve melhora no primeiro trimestre. Tivemos uma sinalização de que as coisas estão, ou pelo menos estavam, começando a se recuperar. Isso faz com que as pessoas se sintam mais seguras para comprar”, destacou.

Até então, a meta do setor imobiliário era de, pelo menos, tentar manter a média registrada no ano passado. “Foi muito positivo. Não esperávamos alta. Como o Brasil está todo maluco, a gente sempre fica com o pé atrás”. 

O sindicato estima que, durante os três dias de feira, 895 contratos tenham sido firmados. A maioria dos compradores era composta por jovens e a linha de financiamento mais procurada foi na faixa dos R$ 140 mil, do programa Minha Casa Minha Vida.

“É importante destacar que a feira não se restringe somente aos três dias de evento. Nessa estimativa de negócios gerados, também estamos contabilizando o pós, contratos que deverão ser finalizados nos próximos meses”, completou.

Em Campo Grande, foram cerca de três mil imóveis ofertados, entre novos e usados. O Feirão da Casa Própria contou com a participação de seis construtoras.

Felpuda


Alguns políticos estão se aproveitando deste momento preocupante de pandemia para sugerir projetos oportunistas que, em alguns casos, são de resultados extremamente duvidosos. O mais interessante – para não dizer outra coisa – é que se for analisado o desempenho normal dessas figuras, verifica-se que essa preocupação toda nunca esteve no topo das suas prioridades. Ano eleitoral é assim mesmo. Lamentável!