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BALANÇA COMERCIAL

Exportações de carne bovina aumentam 24% em MS

Celulose apareceu como primeiro produto na pauta de exportações

4 DEZ 19 - 13h:11SÚZAN BENITES

Entre janeiro e novembro deste ano, o saldo da balança comercial de Mato Grosso do Sul atingiu US$ 2,7 bilhões, com destaque para o crescimento de 401% nas exportações de milho em relação ao mesmo período do ano passado. Outro produto que aumentou, em relação as exportações do ano passado, foi a carne bovina com crescimento de 24%. As informações estão na Carta de Conjuntura do Setor Externo do mês de dezembro, publicada na terça-feira (3) pela Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro). 

Com relação aos principais produtos exportados, a celulose apareceu como primeiro produto na pauta de exportações, com 37,83% do total exportado em termos do valor (R$ 1,83 bilhão), e com aumento de 5,08% em relação ao mesmo período no ano passado. Seguido da soja em grão com 22,33% de participação, que registrou R$ 1,08 bi e as carnes que registraram R$ 713 milhões, com 14,71%. Mato Grosso do Sul segue expandindo mercado de outros produtos tradicionais como o milho, com alta de 401% em relação ao mesmo período em 2018. “O Estado deve fechar com recorde nas exportações de milho em função da supersafra que tivemos neste ano”, informa o titular da Semagro, Jaime Verruck.

O principal destino das commodities sul-mato-grossenses continua sendo a China, com 41,84% do total da pauta. Também houve crescimento de 68,13% de participação dos Estados Unidos, relacionado principalmente à compra de celulose, representando 91,64% das operações do país. Com relação ao Japão, houve 270,84% de expansão nas exportações, com destaque para o milho, produto responsável por 73,46% da pauta daquele país. No âmbito regional, Três Lagoas segue como principal município exportador com 50,56% da pauta, crescimento de 5,56% em relação ao mesmo período em 2018.

De acordo com o secretário Jaime Verruck, o mercado japonês surge como uma nova oportunidade para o milho e os EUA avançam na compra de celulose. “Tivemos uma ligeira queda nas exportações para a China e um recuo significativo da participação da Argentina. O país era essencialmente um comprador de soja, mas nossa expectativa é uma recomposição em 2020, em função de contratos já realizados por empresas argentinas”, diz.

IMPORTAÇÕES
Houve diminuição nas importações de cerca de 15,84% nos 11 meses  de 2019 comparado ao mesmo período em 2018. Essa queda deve-se sobretudo a menor importação de Petróleo, gás natural e serviços de apoio. 

O Estado continuou com uma pauta concentrada na importação de gás boliviano. Esse item representou 54,24% da pauta de importações nos meses de janeiro a novembro de 2019, mas com valores 23,96% abaixo dos verificados no mesmo período de 2018. “A importação ainda está abaixo do ano passado. Mesmo com a melhora do bombeamento, ocorrida em outubro, estamos muito aquém do que seria adequado em termos de importação de gás natural”, finalizou Verruck.

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