PROGRAMAS

Em MS, 93,6% dos municípios fazem inclusão produtiva, aponta pesquisa do IBGE

Agricultores familiares, assentados e aquicultores são públicos mais assistidos pelos programas
27/08/2015 00:00 - DA REDAÇÃO


 

Pesquisa divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que em Mato Grosso do Sul, 93,6% dos municípios desenvolveram uma ou mais ações de fomento e atividades produtivas em 2014 e do total de iniciativas, 73,5%, somadas, tiveram como público-alvo três segmentos: agricultores familiares, assentados da reforma agrária e os pescadores artesanais e aquicultores familiares. Os dados fazem parte do suplemento  Inclusão Produtiva, das Pesquisas de Informações Básicas Municipais (Munic) e Estaduais (Estadic), feitas nos 5.570 municípios das 27 unidades da federação. 

De acordo com esses índices, o percentual de inclusão produtiva de Mato Grosso do Sul superou a média do Centro-Oeste (71%), superando a dos Estados de Mato Grosso, onde 78% dos 141 municípios implementaram alguma ação de fomento;  e de Goiás, com 59,7% dos 246 municípios adotando projetos com esse objetivo. 

O levantamento também revela que em Mato Grosso do Sul os governos estadual e federal foram os parceiros mais expressivos para as iniciativas  (respondendo por respectivamente 25,1% e 21% das ações), seguidos do Sistema S,  que congrega nove instituições de interesse de categorias profissionais no País, com 18,2% de contribuição.

(*) A reportagem, de Daniella Arruda, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

 

smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".