COMBUSTÍVEIS

Diesel fecha semana com alta de 1,4% em Mato Grosso do Sul, diz ANP

Na Capital, litro do combustível também está mais caro
19/05/2019 12:00 - DANIELLA ARRUDA


 

Perto de completar um ano no País a greve dos caminhoneiros, que tinha como uma das principais bandeiras baixar o preço do diesel, o valor do combustível vem seguindo linha contrária e fechou esta última semana em alta nos postos de Mato Grosso do Sul.

De acordo com levantamento de preços da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do diesel ficou em R$ 3,736 no Estado, o que representa elevação de 1,4% em relação à semana anterior (R$ 3,683) e aumento de 1,3% nas últimas quatro semanas. Entre 21 e 27 de abril, a média paga pelo diesel em MS era de R$ 3,686.

Ainda conforme o levantamento da ANP, o preço da gasolina, que protagonizou alta de 2,8% no Estado num intervalo de apenas duas semanas (na primeira quinzena deste mês de maio), ficou estável nesta semana em relação à anterior, custando R$ 4,370, ante R$ 4,374 entre os dias 5 e 11 de maio. Já no comparativo de quatro semanas — no final de abril, a gasolina era comercializada por R$ 4,255 —, o combustível acumula alta de 2,7%.

Em relação ao etanol, a pesquisa constatou queda de 0,31% no preço médio do derivado de cana nos postos sul-mato-grossenses e o preço saiu de R$ 3,598, na semana anterior, para R$ 3,587 na semana encerrada dia 18. Assim como em relação aos outros dois combustíveis, o etanol também subiu de preço no intervalo de quatro semanas e a majoração é de 0,99%.

CAPITAL

Em Campo Grande, o óleo diesel ficou 1,8% mais caro em relação à semana anterior (quando era vendido por R$ 3,613) e fechou em R$ 3,680, segundo a ANP. Em quatro semanas, o combustível teve alta de 1,1%.

Já a gasolina e o etanol apresentaram ligeira queda na última semana em relação à anterior. No caso da gasolina, o preço foi de R$ 4,260 para R$ 4,250 (-0,22%), enquanto para o etanol a retração foi de 0,74%, ficando em R$ 3,481, diante de R$ 3,507 na anterior. No entanto, em quatro semanas ambos ficaram mais caros, com maior destaque para a gasolina, que avançou R$ 0,09 (aumento de 2%). Para o etanol, a diferença foi de R$ 0,01 (variação de 0,1%).


 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".