SAFRA 2015/2016

Contratação de crédito agrícola cresce 4% e totaliza R$ 20,9 bilhões

Os bancos privados somaram R$ 6,7 bilhões e as cooperativas de crédito, R$ 1,9 bilhão
10/09/2015 21:00 - AGÊNCIA BRASIL


O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento divulgou hoje (10) que o fluxo de crédito rural para custeio e comercialização da safra agrícola 2015/2016 totalizou R$ 20,9 bilhões nos meses de julho e agosto. Cresceu, portanto, 4% em relação às contratações no mesmo bimestre do ano passado, de acordo com o secretário de Política Agrícola do ministério, André Nassar.

Segundo Nassar, as contratações fluem dentro das previsões do ministério, com destaque para desembolsos do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). As linhas de financiamento indicam crescimento de 64% na oferta de crédito para produtores de porte médio, com liberações de R$ 4,2 bilhões no bimestre, ante R$ 2,5 bilhões em igual período de 2014.

Dados do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro, administrado pelo Banco Central, revelam que o total financiado pelos bancos públicos, com "juros controlados", atingiu R$ 12,2 bilhões, incluindo recursos obrigatórios, poupança rural e fundos constitucionais.

Os bancos privados somaram R$ 6,7 bilhões e as cooperativas de crédito, R$ 1,9 bilhão. Do total, R$ 2,6 bilhões foram financiados com juros livres.

Os médios agricultores, com faturamento anual até R$ 1,6 milhão, tomaram R$ 4,2 bilhões em crédito rural. Os grandes produtores contrataram R$ 16,7 bilhões. Conforme André Nassar, a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) contabilizou R$ 169 milhões nos dois meses em análise. Segundo ele, a expectativa é que nos próximos meses haja maior procura pelo papel, que “está começando a decolar”.

Dos recursos disponibilizados no Plano Safra 2015/2016, R$ 94,5 bilhões terão juros controlados de 8,75% ao ano para grandes produtores e R$ 18,9 bilhões, no âmbito do Pronamp, juros controlados de 7,75 ao ano para custeio e de 7,5% para investimento.A juros livres, serão contratados R$ 53 bilhões.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".