BOVINO

Consumidor paga até 8,6% <br>menos pela carne na Capital

Preços no varejo recuaram no mês passado
08/08/2017 04:00 - DA REDAÇÃO


 

Depois cinco meses turbulentos para o mercado da carne bovina no País, o consumidor começou a pagar mais barato. A queda, no entanto, é em ritmo inferior à registrada no campo. 

De acordo com levantamento de preços realizado pelo Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais (Nepes), da Uniderp, em média, o preço da carne bovina baixou 8,68% no mês passado, quando comparado com o mesmo período de 2016. Na comparação direta com o mês de julho, a queda de preços foi de 6,10%.

O levantamento leva em consideração 18 cortes.  Dez deles apresentaram queda no preço médio em comparação ao mês anterior. Entre eles, destacaram-se pela redução nos preços o contra-filé, de R$ 25,91 o quilo em junho para R$ 19,32 (-25,43); o coxão mole (-17,77%) e a alcatra (-10,51%). O preço médio da picanha também recuou, de R$ 35,74 para R$ 32,15 (-10,04%). 

Na outra ponta, cortes como filé-mignon tiveram alta de 8,39% em supermercados e açougues de Campo Grande. Ao lado deles, o lagarto também ficou 1,26% mais caro, assim como o cupim (+1,60%).

Para o coordenador do Núcleo de Pesquisas,Celso Corrêa de Souza, essa redução nos preços tem relação com o comportamento dos mercados externo e interno.

“Observa-se que a maior queda ocorreu no mês de julho de 2017 devido principalmente ao excesso de carne bovina no varejo devido  à suspensão das exportações desse produto aos Estados Unidos e a melhora da oferta do boi gordo aos frigoríficos, baixando o preço da arroba do boi gordo ao pecuarista”, destacou.

*Leia reportagem, de Renata Prandini, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".