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Campo Grande - MS, terça, 11 de dezembro de 2018

FINANCIAMENTO

Cidades de MS podem receber
R$ 60 milhões para o turismo

Montante é da linha de crédito Prodetur+Turismo; empresários também já negociam R$ 10 mi

11 AGO 2018Por DA REDAÇÃO06h:30

Os municípios de Mato Grosso do Sul podem receber até R$ 60 milhões na primeira fase de negociações da linha de crédito Prodetur+Turismo, destinada ao financiamento de infraestrutura pública e privada de turismo, bem como ações de promoção dos destinos sul-mato-grossenses, informação ao turista e estudos de planejamento e diagnósticos de mercado. A informação foi revelada nesta sexta-feira pelo ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, durante lançamento de rodada de negócios do projeto, no auditório do Sebrae. No total, serão disponibilizados R$ 5 bilhões de recursos para projetos de todo o País, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

“Mato Grosso do Sul tem duas grandes vocações: o agronegócio e o turismo. Mas falta investir no potencial do setor turístico. O turismo vive de novidade, de expansão. Nós já estamos fazendo várias reuniões e já existe uma demanda de R$ 60 milhões para alguns municípios da região, na primeira rodada, com 20 anos para pagar, além de R$ 10 milhões para pequenos e médios empresários [da iniciativa privada], e nós esperamos que, com as rodadas futuras, apareçam mais demandas e o patamar de investimentos suba ainda mais, porque existe muito potencial turístico nesse Estado”, afirmou o ministro Lummertz.

O titular da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico de MS (Semagro), Jaime Verruck, explica que, para conseguir o crédito, o estado, município ou empresário precisa apresentar um projeto de relevância para o segmento turístico. “Não é qualquer projeto. No caso de municípios, precisam ser lugares com potencial de atrair turistas, projetos bem fundamentados, que vão passar por uma análise técnica”, explica. “Essa linha de crédito é um grande passo para que muitas outras pessoas possam conhecer o Estado”, aposta Verruck.

* Leia a reportagem, de Eduardo Fregatto, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

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