ECONOMIA

Cesta básica recua 7,09%, maior<br> índice entre capitais do País

Valor médio ficou em R$ 355,09 em agosto
06/09/2017 07:00 - DA REDAÇÃO


 

Agosto encerrou-se com queda no preço médio da cesta básica em Campo Grande. Conforme pesquisa mensal do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), no mês passado, o campo-grandense teve gasto médio de R$ 355,09 com a cesta básica, o que corresponde a uma redução de 7,09% em comparação com o mês anterior. Em junho, o gasto mensal havia sido de R$ 382,17 na Capital, o que gera uma diferença de R$ 27,08. Essa foi a maior redução entre as 24 capitais brasileiras pesquisadas. Em seguida, aparecem Salvador (-7,05%), Natal (-6,15%) e Recife (-5,84%).

A pesquisa apontou que todos os 11 produtos essenciais da cesta básica fecharam com queda no mês passado. O destaque foi o preço do tomate, que teve retração de 26,84%, fazendo com que o gasto médio mensal caísse de R$ 35,55, em julho, para R$ 26,01, em agosto. Também tiveram retração significativa itens como o feijão (-22,39%), que fechou com gasto médio de R$ 18,72 ao mês; a banana (-10,89%), com gasto médio de R$ 31,35, e o açúcar (-6,94%), fazendo com que o custo médio recuasse de R$ 7,35 para R$ 6,84. Outro produto em queda foi a carne. Com grande peso na composição do valor da cesta, o gasto médio com o item teve retração de 4,37%, caindo de R$ 130,99 para R$ 124,41, entre os meses de julho e agosto. 

Também fecharam o mês com queda produtos como batata (-6,84%), farinha (-5,56%), óleo (-1,58%), leite (-1,47%) e café (-1,06%). O pão e a manteiga tiveram queda de 0,61% e 0,04%, respectivamente.

*Reportagem completa de Renata Prandini está na edição de hoje do Jornal Correio do Estado.

 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".