Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

CAGED

Campo Grande cria 327 empregos em julho, 2º melhor saldo no ano

Comércio foi setor que mais abriu vagas na Capital
25/08/2019 11:11 - DANIELLA ARRUDA


 

Após fechar mais vagas do que abrir postos de trabalho no mês de junho (-58 empregos), Campo Grande virou o primeiro semestre deste ano “no azul” e registrou saldo positivo de 327 empregos formais em julho, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.

O resultado mensal ficou abaixo apenas do mês de fevereiro, quando foram criadas 1.004 vagas com carteira assinada na Capital sul-mato-grossense. Em julho do ano passado, o saldo foi de 309 vagas. Ainda conforme as estatísticas do Caged, a Capital liderou o ranking de geração de emprego dos municípios com mais de 50 mil habitantes monitorados pelo Ministério da Economia em Mato Grosso do Sul.

Sete dos oito setores de economia acompanhados pelo Ministério da Economia tiveram abertura de vagas no mercado de emprego formal campo-grandense, com destaque para o comércio, que registrou saldo de 198 empregos, seguido da indústria da transformação, com 84 postos de trabalho, e da construção civil, com 70 vagas.

Também apresentaram saldos positivos os setores de serviços industriais de utilidade pública (+3), extrativo mineral (+1) e administração pública (+1).

Em contrapartida, as demissões superaram as contratações nos setores de serviços e agropecuária, que apresentaram, respectivamente, saldo negativo de -25 e -5 vagas em julho.

Desempenho anual

Os números do Ministério da Economia mostram ainda que foram criados 2.358 empregos formais em Campo Grande nos primeiros sete meses deste ano. Com isso, houve aumento de 9,12% frente ao mesmo período do ano passado - quando foram abertas 2.161 vagas formais na Capital.

Segundo o Ministério da Economia, nos últimos 12 meses foram criados 2.955 postos de trabalho formais em Campo Grande.

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?