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EXPERIÊNCIA JEEP

Três dias de aventuras pelo Pantanal de MS

Jeep promoveu um evento pra lá de especial: levou 40 pessoas
21/11/2019 17:01 - LEANDRO GAMEIRO


 

Com o intuito de promover os carros da marca, e descontrair com o pessoal mais aventureiro, a Jeep promoveu um evento pra lá de especial: levou 40 pessoas, entre jornalistas, influenciadores digitais e amantes da marca para uma das regiões mais apreciadas do mundo, o Pantanal de Mato Grosso do Sul.

     Eu tive o prazer de embarcar nessa aventura com mais quatro pessoas de Campo Grande, MS e as outras 16 eram de fora. Ué, mas não eram 40? Sim, mas fomos em dois grupos de 20. Independente da quantidade de pessoas, até porque se somar toda a galera, ultrapassa os 100.

    Começamos a aventura em Bonito, MS, com receptivo animado, formado por pessoas da região, que foram até o aeroporto da cidade para contar um pouco da história e receber os convidados. De lá, seguimos para um resort, onde tivemos o primeiro contato com as “máquinas” que nos levariam na aventura.

     Todos os carros originais, equipados com motores diesel, e tração 4x4. A exceção ficou por conta do Jeep Wrangler, apenas uma unidade, a gasolina, diga-se de passagem, o mais cobiçado para o teste de direção. Os outros modelos eram Jeep Compass e Jeep Renegade.

     Saímos do resort em direção a Nascente Azul, por enquanto, nada de off road, apenas contemplação da natureza e flutuação para relaxar e apreciar as belezas naturais.

     No segundo dia, saímos de Bonito sentido Bodoquena, passando pela Boca da Onça, um lugar de preservação ambiental que abriga a maior cachoeira de MS e o maior rapel de plataforma do Brasil. E assim tivemos mais um dia radical para nossas contas, mas ainda pouca aventura fora de estrada.

     No terceiro e último dia, já estávamos no Refúgio Ecológico Caiman, localizado em Miranda, cerca de 200 quilômetros de Campo Grande, uma reserva de 56.000 hectares, que recentemente teve quase 50% da vegetação queimada pelos incêndios no Pantanal, o maior da história já visto. A boa notícia é que com a chuva que caiu na região, já regenerou boa parte da mata e o refúgio está voltando a ficar verde.

     Colocamos as máquinas em ação, e passeamos por cerca de duas horas pela fazenda, passando por algumas áreas alagadas, claro, nada muito extremo, até porque os carros estavam originais. Em boa parte do percurso rodamos com a tração ligada e todos os modelos que estavam na expedição possuíam um seletor com 5 modos de condução, Auto, traciona conforme demanda, Snow, para pisos escorregadios, Sand, perfeito para areias fofas, Mud, ideal para lama e Rock, montanhas e pedras. Utilizamos somente dois modos, o Auto e o Mud. Nessa aventura, ainda pudemos ver aves como araras, tuiuiús, garças, diversas espécies. A ansiedade maior era para ver a onça pintada. A fazenda é conhecida pelos projetos da arara azul, safari noturno, observações de aves e entre outros. Nós queríamos mesmo ver a tal da onça, e conseguimos, de longe, mas o suficiente pra al egrar os aventureiros de plantão.

A experiência Jeep

     Dirigimos os três modelos disponíveis, Jeep Renegade Trailhawk, Compass Limited e o Wrangler, único com motor a gasolina, os demais eram diesel, 2.0 turbo, com 170 cv, transmissão automática de 9 velocidades e tração 4x4, já o “Jeepão” Wrangler, 2.0 turbo, a gasolina de 271 cv, e câmbio de 8 marchas com tração 4x4. Nem preciso dizer que todos os carros eram na sua versão topo de linha, né? Impressionou o baixo consumo dos modelos a diesel, mesmo com as dificuldades, giro alto e tudo mais, ficaram na casa dos 9,5 km/l, já o Wranglerzão, mais potente e cobiçado, ficou nos 7 km/l, comparando com a versão anterior, excelente, pois não passava de 5 km/l.

     Ao todo foram 400 quilômetros de expedição, uma galera incrível e que, carinhosamente, apelidamos todos de pantaneiros. Siga-nos nas redes sociais como: @correioveiculos e @correioestado

Felpuda


Dois pedidos de desculpas, de autorias diferentes, foram assuntos muito comentados nas redes sociais com críticas ácidas às suas declarações, até porque os envolvidos não só os usaram despropositadamente, como tiveram de voltar a eles para se redimirem. Um deles, inclusive, quase criou uma crise política da-que-las, o que obrigou seu pai, figurinha carimbada, a pular miúdo para colocar panos quentes sobre a questão. Essa gente!...