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CORREIO VEÍCULOS

Teste da semana:
Hilux, Vale a pena?

Confira no vídeo as impressões e características do modelo

27 FEV 19 - 15h:00LEANDRO GAMEIRO

A Toyota Hilux surgiu em 1968, com uma proposta parecida com algumas da atualidade: encontrar um novo nicho de tamanho entre as picapes. Na época, o interesse era o de criar um veículo comercial, pouco voltado ao lazer. Desde então, a Hilux evoluiu em oito gerações, cada vez mais tecnológica e segura, prezando pelo conforto e lazer, sem esquecer do trabalho. E com seus 50 anos de mercado mundial, ela veio para o Brasil em sua 5ª geração, nos anos 90 e, desde então, é um sucesso de vendas. Entre as principais modificações dos modelos, estão a tonalidade escura, a fim de contrastar com os detalhes cromados; os assentos de couro perfurado e o painel de instrumentos de iluminação na cor branca, que realçam o perfil sofisticado dentro da cabine.

Na SRX, o pacote e o nível de sofisticação são complementados por assentos perfurados, interior preto em acabamento black piano, espelho retrovisor interno eletrocrômico, luz de condução diurna em LED. Ela vem equipada com propulsor Toyota D-4D 2.8L 16V Turbo diesel de 177cv de potência a 3.400 rpm, com 42,8 Kgfm de torque. A transmissão do modelo avaliado é automática de seis velocidades e também estão disponíveis nas versões: SRV e SR e manual de seis velocidades para as versões Standard Power Pack, Standard Narrow, Cabine Simples e Cabine Chassi, ao todo são 11 versões, a partir de R$111.990. A 8ª geração está 1,5 centímetro de comprimento menor, totalizando agora 5,31 metros, além de 1,85m de largura, 1,81m de altura e 3,08m de entre-eixos. As rodas 18 e capota marítima vêm de série.

Vale ressaltar que quando um novo veículo é lançado, fica difícil colocarmos pontos positivos e negativos, mas no teste da semana, conseguimos fazer uma avaliação mais criteriosa.

Pontos positivos:

Econômica;
Chave presencial;
Saída de ar-condicionado para os passageiros do banco de trás;
Valor de revenda.

Pontos negativos:

Painel de instrumentos simples;
Desempenho deixa a desejar;
Suspensão mais rígida do que a das concorrentes;
Multimídia ultrapassado;

A nossa avaliação foi feita em trechos urbanos, estradas e off road, com direito a muita poeira e lama. Falando em poeira, lembra que no começo da nova geração da Hilux entrava poeira? Pois bem, o problema foi resolvido há tempos, mas só agora tivemos a oportunidade de testar e aprovar. A média geral ficou em 10,5 km/l e foram mais de 400 quilômetros rodados. Sentimos que o multimídia está desatualizado, mas funciona. Das picapes avaliadas pelo Correio Veículos, ela foi a mais econômica, mas em contrapartida, a com menos potência, deixando a desejar nas retomadas.

Por mais que falte alguns itens, considerando o seu alto valor, os números não mentem e ela é líder de mercado no Brasil, o que mostra a confiança da marca, comprovando que eles estão no caminho certo. Não deixe de nos acompanhar nas redes sociais, @correioveiculos e @correioestado.

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