Campo Grande - MS, quarta, 15 de agosto de 2018

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Setor automotivo registra alta
de 13,49% na venda de veículos novos

Mercado não apresentava expansão na primeira metade do ano desde 2013

4 JUL 2017Por Jornal do Comércio16h:36

A venda de veículos novos no Brasil subiu 13,49% em junho deste ano ante o mesmo mês do ano passado, para 194,9 mil unidades, em soma que considera automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, informou nesta terça-feira (4) a Fenabrave, associação que representa as concessionárias. Trata-se do segundo crescimento consecutivo nesse tipo de comparação e o terceiro no ano. 

A expansão ocorre apesar de junho deste ano ter contado com um dia útil a menos. Na média diária, conta que se faz para retirar esse efeito, o avanço é ainda mais expressivo, de 18,9%, para 9,2 mil unidades. Se comparada a maio, a média diária teve avanço de 4,4%. Mas em relação ao resultado absoluto, houve queda de 0,3%. No primeiro semestre, que se encerrou com o mês de junho, as vendas cresceram 3,65% em relação a igual período de 2016, para 1,019 milhão de unidades. O mercado não apresentava expansão na primeira metade do ano desde 2013. 

Por segmento, a venda de automóveis e comerciais leves, que representam a maior fatia do mercado, teve alta de 13,71% em junho ante junho do ano passado, para 189,2 mil unidades. Porém, em relação a maio, os emplacamentos dos chamados veículos leves caíram 0,47%. O primeiro semestre, com os resultados, terminou com expansão de 4,25%, para 991,4 mil unidades. 

O mercado de caminhões também apresentou melhora, com crescimento de 1,48% sobre o desempenho de maio, para 4,1 mil unidades em junho. Na comparação com junho do ano passado, o segmento ficou praticamente estável, com queda de 0,19%. 

Os números, no entanto, não foram suficientes para evitar uma retração de 15,6% no acumulado dos primeiros seis meses do ano, em relação a igual período de 2016, para 21,4 mil unidades. O mercado de ônibus, por sua vez, teve expansão tanto em relação a junho do ano passado, de 30,38%, quanto na comparação com maio, de 18,6%, para 1,5 mil unidades. 

Da mesma forma, contudo, o desempenho foi incapaz de reverter a queda no acumulado do ano, com o primeiro semestre terminando com recuo de 7,25% ante o primeiro semestre de 2016, com a venda de 6,4 mil unidades. 

 

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