Fale conosco no WhatsApp

Por sua segurança, coloque seu nome e número de celular para contatar um assessor digital por Whatsapp.

Campo Grande - MS, sexta, 16 de novembro de 2018

Teste da Semana

Renault Captur ganhou
câmbio automático CVT

22 JUN 2017Por Leandro Gameiro11h:02

Lançado em fevereiro deste ano, o SUV Captur veio com duas versões:  o Zen 1.6 manual e o Intense 2.0 automático. 

Nesta semana, a Renault apresentou mais duas opções: Zen 1.6 X-Tronic CVT e o Intense 1.6 X-Tronic CVT.

Os modelos continuam os mesmos por fora e por dentro, mas agora com a opção do câmbio CVT nas motorizações 1.6 SCe. 

Esse motor possui 120 cv com Etanol e 16,2 kg de torque.

A transmissão X-Tronic CVT, utilizada pela Aliança Renault-Nissan em todo o mundo é,  segundo a montadora, o casamento do câmbio continuamente variável, que tem opções de seis marchas simuladas, com o motor 1.6, garantindo um rodar suave e silencioso em velocidade de cruzeiro. 

A versão Intense 2.0 continua com o câmbio 4 marchas, os mesmos dos irmãos Duster e Orach. Os valores ficaram assim: Zen 1.6 manual R$ 78.900; 

Zen1.6 X-Tronic R$ 84.900, com opções de multimídia com câmera de ré por R$ 2.500 e pintura Biton que acresce mais R$ 1.400.

O Intense 1.6 X-Tronic parte de R$ 88.400, com opções de bancos revestidos parcialmente em couro por R$ 1.500, seguindo da pintura Biton, que é o teto na cor preta, dando um aparência mais invocada para o SUV. Já a versão Intense 2.0 automático sai por R$ 91.900.

Impressões ao dirigir

Testamos a novidade da francesa Renault, o Captur X-Tronic 1.6, e essa versão promete mexer com seus concorrentes, o Jeep Renegade e o Honda HR-V. 

Fomos até o Rio de Janeiro e dirigimos o SUV, rodando cerca de 28 km, somente no perímetro urbano, pois não houve tempo para pegar a estrada. 

Realmente, o Captur com câmbio CVT roda muito macio e não se sente as trocas de marcha, confirmando o que foi afirmado pela montadora na apresentação. O sistema Media Nav, que é o multimídia da marca, funcionou perfeitamente, bem ágil e fácil de programar. Ponto negativo para o controlador de velocidade, pois para acionar fica no console central, o que é desconfortável para o motorista. Por mais que o conjunto tenha ficado bem acertado, de fato,  faltava era o câmbio CVT, pois o motor 1.6 de 120 cv no Etanol “sofre” um pouco para “empurrar” os 1.286 kg do SUV. Ele é um carro bem urbano, o design é inovador, muito moderno, arrojado, e o modelo que testamos possuía todos opcionais, como bancos parcialmente em couro e teto Biton. 

O Renault Captur é um veículo muito bacana, mas sempre vale a pena conferir os modelos similares dos concorrentes.

Os comentários abaixo são opiniões de leitores e não representam a opinião deste veículo.

Leia Também