CORREIO VEÍCULOS

MINI celebra 60 anos

Desde o MINI clássico em 1959, fabricante britânica <br>é marcada por seu visual único e original
15/05/2019 15:15 - DIVULGAÇÃO


 

Há 60 anos, a MINI revolucionou a mobilidade urbana ao oferecer um veículo compacto por fora e gigante por dentro, com soluções inteligentes na cabine, baixo consumo de combustível, visual diferenciado e dirigibilidade esportiva. Desde então, os modelos da fabricante britânica evoluíram em termos de segurança e tecnologia, sem perder uma característica marcante desde o início das vendas, em 1959: o design único, original e carismático.

 O pioneiro MINI clássico apresentou ao mundo um visual inovador, com faróis dianteiros e luzes auxiliares de neblinas circulares, separados por uma extensa grade trapezoidal. Os vincos no capô acompanhando o formato dos faróis, o para-brisas com caimento vertical e as portais laterais com desenho limpo e em vincos, arrematavam os fundamentos de um estilo único que perdura até os dias atuais.

 Naturalmente, houve novas versões e carrocerias ao longo dos anos. Nascido de um esboço feito em um guardanapo de papel, o MINI clássico logo demostrou a dirigibilidade de um kart, mais tarde conhecida como "go-kart-feeling", e venceu diversas competições de corrida nos anos 1960 graças ao John Cooper, mecânico de carros de corrida cujo sobrenome viria a batizar doravante tanto os motores da fabricante quanto as suas versões mais potentes e com visual mais apimentado.

 Em 1991, o primeiro MINI conversível surgiu baseado no modelo clássico, com estrutura reforçada e um subchassi integrado. Para-choques dianteiro e traseiro específicos para o modelo, arcos das rodas alargados e adereços nos frisos da soleira conferiram-lhe uma aparência exclusiva. O para-brisas vertical permitia que o motorista e os passageiros percebessem que estavam ao ar livre assim que o teto fosse recolhido. Eixos situados bem perto das extremidades da carroceria, grandes caixas de roda, linha de ombro elevada e vários elementos de design marcantes não deixavam dúvidas quanto às origens do conversível de quatro lugares. E graças à capota retrátil, de formas precisamente definidas, os contornos tradicionais de um legítimo MINI eram instantaneamente reconhecidos com o teto fechado.

Com o passar dos anos, os designers da MINI sempre buscaram novas soluções e desenhos criativos e inéditos. Com isso, uma série de modelos conceituais foram surgindo, alguns deles um tanto exóticos, como o MINI ACV 30 (1997), que chamava atenção pelos contornos salientes da carroceria, sobretudo na caixa de rodas; o MINI  XXL, um conceito que surgiu durante a Olimpíada de Atenas, ostentava seis metros de comprimento, tinha seis rodas e trazia até uma banheira de hidromassagem na traseira; e o MINI Beachcomber Concept (2009), um jipinho sem portas nem teto, que vinha com quatro assentos individuais e tração nas quatro rodas - o conceito foi mostrado no  Salão de Detroit de 2010.

Nos anos 2000, a montadora ampliou a sua linha de veículos com modelos que apresentavam carrocerias com dimensões então inéditas, porém sem perder o design clássico da MINI. É o caso do MINI Clubman (2007) e do MINI Countryman (2010).

Atualmente, a MINI segue como referência em termos de design. Ano passado, um veículo MINI Cooper S 3 portas foi criado por Oliver Heilmer, Head da MINI Design, e seu time para celebrar o casamento real, ocorrido na Inglaterra entre o Príncipe Harry, Duque de Sussex, e Meghan Markle, Duquesa de Sussex.  Uma série de detalhes exclusivos dedicados ao casal real garantiam ao modelo um visual único. O teto estilizado, por exemplo, trazia uma mistura das bandeiras do Reino Unido e Estados Unidos. Quando as portas dianteiras são abertas, por sua vez, um feixe de luz direcionado no chão projeta a frase "Just Married" (recém-casados). Após o evento, o modelo foi entregue à Associação de Crianças com HIV (CHIVA, na sigla em inglês) após ser leiloado no Festival da Velocidade de Goodwood.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".