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Teste da semana

Fiat Mobi 1.0 drive GSR passa por
melhorias e continua automatizado

19 SET 17 - 08h:06Leandro Gameiro

Durante uma semana testamos o Fiat Mobi drive 1.0 GSR, que anteriormente era conhecido com o câmbio Dualogic, mas passou por melhorias e agora é chamado de GSR e continua automatizado. E realmente ele melhorou, mas ainda deixa a desejar, principalmente em ladeiras. Por exemplo: saindo do semáforo, se não tiver uma ação rápida, o carro desce e as trocas de marchas ainda dāo um "tranco". Tem que "pegar o jeito" de andar, mas é rápido, porque têm as borboletas no volante que auxiliam bastante.

O compacto foi lançado para ser o popular mais barato do mercado, mas não sei se vale a pena. Hoje, para ter um modelo como o avaliado, o cliente tem que desembolsar mais de 50 mil reais.

O novo motor Firefly 3 cilindros da Fiat com 77 cavalos no etanol e 72 na gasolina vai bem. Segundo a montadora, o Mobi faz 14 km/l na cidade, mas conosco, andando com gasolina e só na cidade, o carro fez a média de 12,3 km/l.

O design moderno chama a atenção, a tampa de vidro dá um charme à parte, o isolamento acústico do carro poderia ser mais caprichado.

O porta malas deixa a desejar, poi são apenas 215 litros. A modernidade do sistema Live On, onde o seu smartphone vira a central multimídia, é muito bacana, mas tem que pagar R$1.568 a mais no opcional, para ter essa comodidade. A direção elétrica com a função City é um dos pontos fortes do compacto urbano. Ela é leve, rápida e progressiva. Conforme vai aumentando a velocidade, a direção vai enrijecendo. 

O modelo também sai de fábrica com computador de bordo, ar-condicionado, além de vidros e travas elétricas. No caso dos vidros, é somente na dianteira, com função one touch.

O rádio Connect com Bluetooth e o volante multifuncional, por exemplo, são vendidos como opcionais no Kit Connect, por R$1.404. Banco com ajuste de altura, fundamental para se ajustar melhor ao volante, também está presente apenas no pacote Tech, de R$ 3.864.

O Mobi parte com versões a partir de R$ 34.000 e ultrapassa os R$ 50.000 com os opcionais. Infelizmente, no Brasil, os carros ainda são caros, por conta dos custos, incluindo-se aí a pesada carga tributária.

Por isso, cada detalhe é importante. E a dica é analisar os concorrentes, fazer um bom teste drive antes de decidir pela compra. Não deixe de nos acompanhar pelo Instagram @correioveiculos.

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