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Confira o lançamento da Mini o John Cooper Works GP

A Mini lança em Los Angeles o John Cooper Works GP, o mais potente da família

1 DEZ 19 - 09h:00Daniel Dias, Agência AutoMotrix

          O Mini Cooper nasceu em 1959, há exatos sessenta anos. A partir de 2000, com a entrada da BMW como controladora da fabricante inglesa e incorporação da melhor tecnologia da marca alemã, o tradicional “carrinho” de estilo retrô parece ter descoberto a fonte da eterna juventude. Nenhum outro automóvel tem uma trajetória tão longa. Para o Salão de Los Angeles, aberto ao público até 1º de dezembro, a Mini promove a estreia mundial do John Cooper Works GP, a versão mais potente já produzida do compacto. Baseado no Mini de duas portas, o modelo tem estrutura da carroceria reforçada, sistema de freios esportivos de alto desempenho e suspensão reduzida em um centímetro em relação ao John Cooper Works “normal”. O visual exclusivo do GP traz spoilers dianteiros, entrada de ar no capô, detalhes escurecidos nas lanternas, adesivos alusivos à série especial e um amplo aerofólio traseiro com a sigla “GP” em vermelho, assim como na grade frontal. Revelado como conceito no Salão do Automóvel de Frankfurt de 2017, o modelo terá produção na fábrica de Oxford, na Inglaterra. As encomendas no mercado europeu se iniciam em março do próximo ano. A Mini pretende trazer o GP para o Brasil no segundo semestre de 2020.

         O “hot hatch” é equipado com o novo propulsor 2.0 TwinPower Turbo com quatro cilindros, 306 cavalos de potência de 5 mil a 6.250 rotações por minuto e 46 kgfm de torque de 1.759 a 4.500 rpm, acoplado à transmissão automática Steptronic de 8 velocidades com bloqueio de diferencial nas rodas dianteiras e sistema de escapamento esportivo. O conjunto leva o carro a acelerar de zero a 100 km/h em 5,2 segundos e à velocidade máxima de 265 km/h.

         O motor de alto desempenho do novo Mini John Cooper Works GP é posicionado transversalmente na frente, de acordo com um dos princípios da marca. A tecnologia adaptada do automobilismo é usada para transferir a potência de tração do motor para as rodas dianteiras. É equipado de série com uma transmissão específica para o modelo com trava diferencial integrada e compatível com as características de desempenho do motor de alto torque. A embreagem do conversor de torque – fechada imediatamente após a partida – garante uma conexão direta com o propulsor. Um novo sistema de controle de transmissão permite uma estratégia de mudança particularmente esportiva. O conforto acústico é otimizado por um amortecedor de torção recentemente desenvolvido. A transmissão é operada por meio de uma chave seletora de marchas eletrônica exclusiva da versão do modelo, com opção de trocas manuais feitas em “paddles shifts” localizados no volante. O ajuste específico do câmbio é outro elemento do pacote geral de tecnologia da configuração especial.

         Internamente, o modelo oferece volante em couro exclusivo, dois assentos esportivos “John Cooper Works” em couro com costuras vermelhas, igualmente usadas nos cintos de segurança. O novo GP é um veículo para apenas duas pessoas. No espaço do banco traseiro, existe uma barra que une as duas torres das suspensões. A numeração do veículo (de zero a 3 mil – a quantidade de GPs a serem produzidos) aparece diante do painel à frente do passageiro. Opcionalmente, disponibiliza painel de instrumentos digital em uma tela de 5 polegadas de alta resolução e sistema Connected Media de 6,5 polegadas no painel de instrumentos central.

         O John Cooper Works GP não é apenas o mais potente e rápido da família do lendário modelo como também é uma justa homenagem a um dos criadores do modelo. Trazer a sigla “GP” tem tudo a ver com o mecânico inglês John Cooper, inventor do motor traseiro na Fórmula-1. Cooper conquistou os Mundiais de 1959 e 1961 e começou a preparar os motores dos Mini, criados no finalzinho dos anos 50 por seu amigo Sir Alec Issigonis. A primeira contribuição do mecânico relacionada ao simpático “carrinho” recém-nascido foi aumentar a potência de 34 cavalos para 55 cavalos, um “torpedo” para a época, ainda mais para um veículo tão pequeno. A segunda medida foi tomada pela própria fabricante, incorporando o sobrenome de John ao modelo, surgindo então o Mini Cooper, uma das marcas mais conhecidas do mundo automotivo.

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