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CORREIO VEÍCULOS

Citroën reafirma a aposta no
segmento de minivans com C4 Picasso

17 JUN 2017Por DA REDAÇÃO07h:30

O Brasil pode ostentar o oitavo colocado no ranking mundial de vendas de automóveis, mas é visto pelas fabricantes como parte da América Latina.

Em 2016, este bloco de países respondeu por um mercado de pouco mais de 4 milhões de unidades, enquanto a América do Norte emplacou mais de 25 milhões, a Europa chegou a 20 milhões e Ásia/Oceania passaram das 45 milhões de unidades.

A escala de produção menos favorável resulta, obviamente, numa menor variedade de modelos à venda. Um efeito colateral disso é que segmentos específicos só conseguem escala de produção quando estão na moda. Quando um tipo de veículo faz sucesso, outros acabam abandonados ou virando nicho.

Isso aconteceu recentemente com as minivans. Na virada do século, várias marcas tinham monovolumes saindo de suas fileiras de produção. Hoje elas perderam espaço para os SUVs/crossovers. Apenas a Chevrolet Spin é feita no País. E entre as importadas, somente a linha Citroën C4 Picasso merece ser levada a sério.

Mesmo atuando em um nicho, os modelos franceses, produzidos na Espanha, chegam com pequenas mudanças, que correspondem à segunda fase da segunda geração do C4 Picasso.

C4 e Grand C4 Picasso chegam com pequenas alterações estéticas. As duas versões agora passam a ter exatamente o mesmo visual dianteiro, dominado pelo duplo chevron alongado. A grade foi centralizada e ganhou formato retangular.

O propulsor é o mesmo 1.6 16V THP – de turbo high pressure –, disponível em boa parte do line up da marca. Nesta configuração, ele bebe apenas gasolina e rende 165 cv de potência a 6 mil rpm e 24,5 kgfm de torque a 1.400 giros.

*Leia mais sobre veículos no suplemento do jornal Correio do Estado na edição de sábado/domingo.

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