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Coluna semanal sobre automóveis
21/05/2019 06:00 - DANIEL DIAS/Agência AutoMotrix


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O novo Mini Cooper S E Countryman ALL4, o primeiro veículo híbrido plug-in da marca britânica, virou astro de cinema. O modelo “estrela” um curta-metragem que está sendo exibido em salas de São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Florianópolis e Brasília. O filme mostra o “carrinho” em situações cotidianas, avançando em retas, contornando curvas e mostrando as linhas marcantes da carroceria e o tradicional “go-kart felling”, que proporciona um desempenho ágil, esportivo e preciso, com baixo nível de emissões. Lançado no Brasil no final do ano passado, o Mini Cooper S E Countryman ALL4 combina um sistema de tração integral eletrificada a um conjunto motriz composto de dois motores, um elétrico, com potência de 88 cavalos e torque de 17 kgfm, e outro a combustão 1.5 TwinPower Turbo com três cilindros, 136 cavalos e 22 kgfm de torque a partir de 1.250 rpm. Produzido em Born, na Holanda, o modelo está disponível nas concessionárias autorizadas da fabricante no país ao preço de R$ 214.990. “O Mini Cooper S E Countryman ALL4 é um modelo paradigmático na história da marca, pois oferece de forma pioneira uma condução dinamicamente esportiva aliada à eficiência energética e tecnologia embarcada de última geração. Buscamos ressaltar esses aspectos na campanha que está circulando nos cinemas em diferentes Estados do país”, explica Rodrigo Novello, diretor de Vendas e Marketing da Mini Brasil.

Luxo elétrico
O elétrico EQC já pode ser encomendado na Europa, com as primeiras entregas previstas para o final de outubro deste ano. O SUV de luxo politicamente correto produzido na fábrica da Mercedes-Benz de Bremen, na Alemanha, tem dois motores elétricos, com uma potência total de 408 cavalos, tração integral e uma autonomia anunciada de 417 quilômetros. “Com o EQC, estamos entrando em uma nova era de mobilidade. Ele faz parte da crescente família de veículos totalmente elétricos da Mercedes-Benz e combina características que definem a marca, como qualidade, segurança e conforto. É um carro de passeio e, ao mesmo tempo, preparado para o uso diário nas grandes cidades”, diz Britta Seeger, membro do Conselho de Administração da Daimler AG.

Sofisticar para crescer
O Chevrolet Spin tem se destacado na sua nova geração pelo crescimento de vendas de suas versões topo de linha Active e LTZ, que saltaram de 50% para 66% dentro da gama, ou dois terços do total. A média de emplacamentos do modelo também está subindo. No primeiro quadrimestre deste ano, foram registradas 7,3 mil unidades vendidas, com aumento de 21% sobre o mesmo período de 2018. “O Spin sempre foi um produto referência em sua categoria pelo amplo espaço interno. Com as recentes evoluções promovidas, o carro passou a atrair adicionalmente um perfil de consumidor que valoriza também mais requinte e tecnologia, como o público dos SUVs. Por isso, avaliamos ampliar a capacidade produtiva do Spin”, aponta Rodrigo Fioco, diretor de Marketing de produto da Chevrolet. O Spin Premier sucede o modelo LTZ com a mesma sofisticação. Traz cromados na moldura da grade frontal, no friso traseiro e nas rodas aro 16. Conta com acabamentos premium na cabine e a conveniência da segunda fileira de bancos deslizantes e a da terceira articulável. A nova versão se sobressai ainda pela conectividade, com o multimídia MyLink com Android Auto e Apple CarPlay e o sistema de telemática avançada OnStar, capaz de alertar o usuário para o não esquecimento de objetos e pessoas nos bancos traseiros, por exemplo, semelhante ao do Equinox. O Spin 2020 vem equipado em todas suas configurações com motor 1.8 ECO bicombustível de até 111 cavalos de potência e 17,7 kgfm de torque. A transmissão pode ser automática ou manual, sempre de 6 marchas.

Um quarto de século
A Audi está celebrando os 25 anos do A4. Há duas décadas e meia, a primeira unidade do modelo saiu da linha de montagem de Ingolstadt, na Alemanha. Desde então, a marca dos quatro anéis produziu mais de 7,5 milhões de unidades do carro. Um quarto de século após a sua apresentação, a demanda é inabalável para o Audi A4, agora em sua quinta geração. Com 344.586 unidades comercializadas em 2018, o A4 é o modelo mais popular da marca alemã. O A4 estabeleceu novos padrões quando entrou em produção, em 1994, como o sucessor da série Audi 80. “Por um quarto de século, o A4 simbolizou os Quatro Anéis como nenhum outro modelo. É sinônimo de tecnologia de ponta na gama média premium, bem como de tecnologias inovadoras de produção no mais alto nível. O A4 é um pilar fundamental da fábrica de Ingolstadt”, disse Albert Mayer, diretor da unidade fabril.

A cara da marca
Pelo segundo mês seguido, o Tiggo 5X foi o modelo mais vendido da Caoa Chery no Brasil. Em abril, o SUV que começou a ser vendido há três meses teve 539 unidades emplacadas. Sozinho, ele representou 37% do total comercializado pela nova marca no período. No mesmo mês, a Caoa Chery registrou seu novo recorde de vendas, com 1.449 unidades emplacadas, um crescimento de 2,4% em comparação a março deste ano e 324% ante igual intervalo de 2018. Com 0,65% de “market share”, a montadora é a décima quarta colocada no ranking das fabricantes de veículos do país. “O mercado de SUVs é extremamente estratégico no cenário nacional, por isso, entramos nesse segmento de forma agressiva com três produtos bastante competitivos. As vendas demonstram a boa aceitação desse portfólio por parte do consumidor, que já enxerga o alto valor agregado dos produtos da Caoa Chery”, comemora Marcio Alfonso CEO da fabricante brasileira/chinesa. O segmento de SUVs, que no ano passado foi responsável por 20% do total de emplacamentos do país, conta ainda com o Tiggo 2, primeiro veículo vendido pela montadora no mercado brasileiro, e o Tiggo7, lançamento mais recente da Caoa Chery. Os modelos tiveram 493 e 98 unidades vendidas em abril, respectivamente.

Produção azul, exportação vermelha
Conforme a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), as montadoras instaladas no país produziram 267,5 mil unidades em abril, em um aumento de 11,1% em relação a março deste ano e 0,5% ante o mesmo mês de 2018. No acumulado dos quatro primeiros meses de 2019, com 965,4 mil unidades produzidas, houve uma retração de -0,1% em comparação ao mesmo período do ano passado. As exportações apresentaram números bem preocupantes, devido especialmente à crise econômica da Argentina. Em abril, foram embarcadas 34,9 mil unidades, um recuo de 10,5% ante março de 2019 e de 52,3% sobre o quarto mês de 2018. No acumulado de janeiro a abril deste ano, o cenário continuou a ser negativo, com recuo de 45%. “Estamos crescendo mês após mês no acumulado de 2019, mostrando que o mercado automotivo brasileiro está se recuperando dos anos de baixa. Nossas exportações ainda permanecem em queda devido à situação vivida pelo nosso principal parceiro comercial, impactando também a produção das nossas fábricas. Fecharemos este ano com uma elevação importante no mercado interno. Os segmentos de caminhões, ônibus e máquinas têm apresentado uma retomada ainda mais expressiva, o que sinaliza o potencial de crescimento dos setores agrícolas e produtivos”, aponta Luiz Carlos Moraes, o novo presidente da Anfavea.

A terceira onda
O novo elétrico da Volkswagen, o ID.3, teve 10 mil pedidos de pré-encomenda feitos apenas 24 horas após a fabricante alemã liberar as primeiras informações sobre seu modelo. O ID.3 é uma das grandes apostas da Volkswagen. Com preço de 30 mil euros (cerca de R$ 130 mil), o elétrico deve chegar ao Velho Continente no próximo ano. O carro será apresentado oficialmente no Salão de Frankfurt, em setembro. Conforme a marca alemã, o ID.3 terá as dimensões do Golf com um espaço interno maior e três versões, com baterias de 45 kWh, de 58 kWh e de 77 kWh. Uma curiosidade quanto ao nome do novo modelo: o número 3 é devido ao fato de a Volkswagen considerar o ID.3 como o terceiro lançamento mais revolucionário de sua história. Os outros dois são o Fusca e o Golf.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".