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EM 1 ANO

C3 Picasso e Chery estão entre os carros mais desvalorizados no Brasil; Confira

Estudo foi realizado pela agência Autoinforme que listou 20 modelos
16/09/2019 13:25 - BRUNA AQUINO


 

Mesmo a cada lançamento de veículos recorrente no Brasil, existem marcas e modelos que não caem no gosto do consumidor no mercado automobilístico. È o caso do Citroën C3 Picasso e do Chery Tiggo,  considerados os modelos com maior índice de desvalorização no Brasil por um período de um ano. O levantamento feito pela Agência Autoinforme mostra os 20 carros que mais perdem valor ao proprietário após um ano de uso. As informações são do portal Notícias Automotivas. 

O levantamento mostra que existem ‘N’ fatores que determinam o bom valor de revenda de um veículo no mercado, como por exemplo o atendimento, preço de peças, serviços de oficina, custo de seguro, entre outros, formando uma boa imagem do carro junto ao consumidor. È fato que, a desvalorização dos carros não está ligada apenas à qualidade do produto, mas de certa forma à estratégia de pós-venda dos fabricantes e importadores.

De acordo com o estudo da agência, feito com base na cotação da Molicar, o número um de desvalorização no mercado é o Citroën C3 Picasso, com uma depreciação de 22,2% com 12 meses de uso. O modelo foi descontinuado no mercado brasileiro em novembro do ano passado com a chegada da linha renovada do Aircross (o oitavo carro que mais desvaloriza). A minivan na versão “civil” perde 22,2% do seu valor a cada ano.

Ainda de acordo com o estudo, o percentual ligado ao C3 Picasso deverá ficar ainda pior com o fim de linha da minivan. Atualmente, seguindo a tabela Fipe- que expressa preços médios de veículos anunciados pelos vendedores, no mercado nacional, servindo apenas como um parâmetro para negociações ou avaliações-  um exemplar 2015 do modelo na versão Exclusive com motor 1.6 litro e câmbio automático tem preço de R$ 47 mil no mercado de usados. Para efeito de comparação, o veículo era vendido por algo em torno de R$ 63 mil, ou seja, desvalorização de R$ 16 mil na revenda do carro. 

Ainda no ranking de desvalorização, o segundo carro cotado na lista é de marca chinesa. O Chery Tiggo, automóvel mais caro da linha da montadora no País, que apresenta uma depreciação de 21,9% ao ano. Portanto, adquirindo hoje um exemplar do modelo com câmbio automático, que custa R$ 53,7 mil, é provável que o consumidor consiga revende-lo daqui um ano por aproximadamente R$ 41 mil, sendo assim uma perca de R$ 12,7 mil em apenas 12 meses de uso. 

Para fechar o terceiro lugar no topo da lista, está outro carro também de origem chinesa, mas da concessionária da JAC Motors. O sedã compacto JAC J3 Turin, que pode ser encontrado atualmente na versão “S” com motor 1.5 litro e transmissão manual por a partir de R$ 40.990, poderá ser revendido daqui um ano por pouco mais de R$ 30 mil, devido ao seu percentual de desvalorização de 21,1%. 

Cerca de 17 modelos entre eles Hyundai Elantra e até BMW Série 5 foram elencados no estudo. 

Outros veículos podem ser conferidos na lista completa abaixo:
 

1) Citroën C3 Picasso – 22,2%

2) Chery Tiggo – 21,9%

3) JAC J3 Turin – 21,1%

4) Hyundai Elantra – 20,3%

5) Citroën C4 Lounge – 20,1%

6) Chevrolet Cobalt – 19,1%

7) Chery Celer Sedan – 18,9%

8) Citroën Aircross – 18,6%

9) BMW Série 5 – 18,1%

10) Hyundai Grand Santa Fe – 17,6%

11) BMW Série 6 – 17,4%

12) Nissan Frontier – 16,9%

13) Fiat Freemont – 16,7%

14) Jeep Cherokee – 16,7%

15) Mitsubishi Pajero TR4 – 16,7%

16) Chevrolet Tracker – 16,7%

17) Dodge Journey – 16,5%

18) Suzuki Grand Vitara – 16,4%

19) Ford EcoSport – 16,4%

20) Volkswagen Amarok – 16,4%

Felpuda


A continuar disparando tantas críticas ácidas contradizendo o seu partido, que em nível nacional ganhou até um ministério, político cá dessas bandas poderá ser colocado de escanteio e, se continuar nessa cruzada nada palatável para as lideranças, ser convidado gentilmente a “procurar o caminhão do qual caiu”, como se diz no popular. Os comentários são de que o dito-cujo age assim mais para ganhar holofotes. Esqueceu-se, pelo que se vê, que poderá ocorrer curto-circuito. Ui!