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RAIO-X

Muitas em uma: Mônica Carvalho

Em plena quarentena, a atriz aproveita para se rever em trabalhos passados, como a dedicada Glória de “Fina Estampa”
22/05/2020 07:30 - Márcio Maio/TV Press


 

A suspensão das atividades na teledramaturgia brasileira acabou servindo para muitos artistas se reverem em produções reprisadas. Mônica Carvalho que o diga. A atriz já estava no ar em “Caminhos do Coração”, na Record, quando ficou sabendo que poderia conferir, de novo, as cenas que gravou para “Fina Estampa”, exibida atualmente pela Globo às 21h, e “Chocolate com Pimenta”, na grade do canal fechado Viva. “Em um momento tão difícil como esse, foi uma grata surpresa. ‘Fina Estampa’ veio para dar leveza à programação, fico feliz em rever”, conta a atriz, de 49 anos.  

Na história, Mônica interpreta Glória, a secretária da médica Danielle, vivida por Renata Sorrah. Na época, foi um reencontro das duas atrizes, que já haviam atuado juntas em “A Indomada”, outro folhetim de autoria de Aguinaldo Silva, que escreveu a novela junto com Ricardo Linhares. Ali, Mônica vivia uma prostituta do bordel de Zenaide, papel de Renata. “Ela é maravilhosa, sempre aprendo com ela”, derrete-se Mônica, que também guarda com carinho sua experiência em “Chocolate com Pimenta”, de 2003, quando viveu a inocente Gigi, garçonete no bar e restaurante do hotel da trama de Walcyr Carrasco. “É uma lembrança maravilhosa, fiz a novela esperando minha primeira filha. Muita gente nem sabia que eu estava grávida, gravei até o oitavo mês de gestação”, recorda.  

Nome completo: Mônica Carvalho Paris.  

Sua atuação inesquecível: “Foram 12 novelas, mais séries... É difícil falar uma atuação. Mas a Socorrinho, de ‘Porto dos Milagres’ (Globo, 2001), foi divertida”.

Interpretação memorável: “Tony Ramos é sempre impecável”.

Um momento marcante na carreira: “Quando passei no teste para fazer a abertura de ‘Mulheres de Areia’ (Globo, 1993) e quando fui convidada para minha primeira novela, ‘História de Amor’ (Globo, 1995)”.

O que falta na televisão: “Eu escrever minha própria série”.

Com quem gostaria de contracenar: Tony Ramos.

Se não fosse atriz, seria: “Nunca pensei em outra profissão”.

Ator: Tony Ramos.

Atriz: Giovanna Antonelli.

Vilão marcante: Nazaré Tedesco, vivida por Renata Sorrah em “Senhora do Destino”, exibida pela Globo entre 2004 e 2005.

Personagem mais difícil de compor: “A mudinha Clara, de ‘Corpo Dourado’ (Globo, 1998)”.  

Que novela gostaria que fosse reprisada: “Todas que fiz”.

Que papel gostaria de representar: “Não tem um específico. Precisa ter conteúdo. Detesto personagens rasos”.

Filme: “Todos com a Julia Roberts”.

Diretor: “Não tenho um favorito, trabalhei com vários”.

Uma mania: De escrever histórias.

Medo: “De ficar doente e perder a capacidade de interação com a vida e com as pessoas”.

Projeto: “Tinha vários, mas pararam devido à pandemia. Agora, estou criando uma novelinha da quarentena para o Instagram”.

Felpuda


Há quem diga que o horário eleitoral já começou. Isto porque lives estão pipocando nas redes sociais de pretensos candidatos, principalmente aqueles que querem cadeiras nas câmaras municipais. O mais interessante é que somente agora muitas dessas figurinhas estão descobrindo os problemas enfrentados pelos cidadãos dos mais diferentes setores. Até então, cuidavam apenas do “seu quadrado”. E só!