Correio B

ORGULHO

Mauricio de Sousa homenageia pesquisadoras brasileiras do coronavírus

Ester Sabino e Jaqueline Goes de Jesus decifraram o genoma do vírus em 48 horas

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A Mauricio de Sousa Produções divulgou na sexta-feira, 6, uma homenagem à pesquisadora Ester Sabino e à bioquímica Jaqueline Goes de Jesus: com traços das personagens Magali e Milena, elas viraram personagens da Turma da Mônica depois de decifrar o genoma do coronavírus em 48 horas após o registro do primeiro caso da doença no Brasil.

A ação Donas da Rua da História, da MSP com apoio institucional da ONU, busca inspirar meninas e mulheres a ganharem mais espaço nas ciências, nas artes ou nos esportes.

O feito das pesquisadoras permite compreender a dispersão do coronavírus e a detectar mutações que possam alterar a evolução da doença. Isso pode ajudar no desenvolvimento de vacinas e de tratamentos. Ester Cerdeira Sabino é professora do Departamento de Moléstias Infecciosas da Faculdade de Medicina da USP e diretora do Instituto de Medicina Tropical da USP, e a bioquímica Jaqueline Goes de Jesus faz pós-doutorado sob orientação de Ester.

"É incrível ver duas mulheres cientistas tendo destaque com o trabalho que realizaram", diz Mônica Sousa, criadora do projeto e diretora executiva da Maurício de Sousa Produções, em nota. "Nossa representatividade quanto mulheres deve estar em todos as áreas de atuação. São mulheres como elas que buscamos evidenciar Enaltecer o papel delas no campo da ciência, é fundamental para inspirar e incentivar meninas e mulheres."

Mato Grosso do Sul

No mês de fevereiro, a bióloga, pesquisadora e professora Neiva Guedes também foi homenageada pelo estúdio de Maurício de Sousa.  Atualmente, Neiva é pesquisadora e professora do mestrado em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional da Universidade Anhanguera-Uniderp, em Campo Grande (MS), além de ser presidente do Instituto Arara Azul, que estuda, resgata e protege a espécie ameaçada de extinção. 

O desenho de Neiva foi divulgado durante as comemorações do Dia Internacional das Meninas e Mulheres na Ciência, celebrado em 11 de fevereiro. 
 

luto

Quem foi Lua Blanco, atriz de Rebelde Brasil que morreu aos 39 anos

Atriz fazia tratamento contra um câncer nos últimos meses

18/10/2026 20h00

Lua Blanco morreu aos 39 anos

Lua Blanco morreu aos 39 anos Foto: Divulgação / Arquivo

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Morreu neste domingo, 18, a atriz Lua Blanco, conhecida por seu papel como Roberta na versão brasileira da novela Rebelde, aos 39 anos. A informação foi confirmada por familiares da atriz nas redes sociais. Segundo Daniel Blanco, irmão de Lua, ela fazia um tratamento contra um câncer nos últimos meses.

A atriz marcou uma geração com seu papel na novela entre 2011 e 2012 e colecionava fã-clubes. Roberta era uma jovem questionadora de personalidade forte. Na versão original do sucesso mexicano, a personagem foi interpretada por Dulce María

Lua dividiu o protagonismo da novela ao lado de Sophia Abrahão, Micael Borges, Arthur Aguiar, Mel Fronckowiak e Chay Suede.

Lua nasceu em São Paulo e começou a carreira artística como vocalista da banda Lágrima Flor. Ela era neta do arquiteto e músico, Billy Blanco, grande nome da bossa nova.

A artista começou a atuar como atriz no teatro e, em 2008, migrou para a televisão na novela Três Irmãs, da Rede Globo. Na emissora, Lua também chegou a integrar o elenco de Malhação, Aventuras do Didi e apresentou o programa infantil TV Globinho.

Após o sucesso na TV, ela voltou a investir na carreira como cantora. Ao todo, ela lançou dois álbuns: Mão no Sonho, de 2016, e Órbita, de 2023. Nas redes sociais, Lua compartilhava registros de sua rotina, mas não chegou a comentar sobre o diagnóstico de câncer.

AUDIOVISUAL

Suspense rural que aborda roubo de gado, "Amoitado" estreia em festival

Primeira exibição pública do curta-metragem que aborda a situação de abigeato, bastante comum em Mato Grosso do Sul, acontecerá durante o 3º Festival Curta Campo Grande no dia 30

18/10/2026 18h00

 Produzido em Campo Grande,

Produzido em Campo Grande, "Amoitado" é um drama de suspense rural integralmente filmado na Capital, entre os dias 26 e 31 de janeiro deste ano.  Foto: Henrique Kawaminami _ Holofote Estúdio

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Com sessão aberta ao público no dia 30, o curta-metragem “Amoitoado”, que aborda a situação de abigeato – bastante comum em Mato Grosso do Sul –, terá sua primeira exibição pública no 3º Festival Curta Campo Grande, e será realizada a partir das 20h na Associação Cultural Teatro do Mundo, que fica localizada na Rua Barão de Melgaço, nº 177, no Centro de Campo Grande.

Nesta terceira edição o festival reúne 61 filmes selecionados, que estão distribuídos entre quatro mostras competitivas: curtas MS, Brasil, Doc e Panorama Internacional, realizado entre os dias 26 e 31.

A seleção coloca o filme entre as que disputam a programação competitiva do festival, com “Amoitado”, o último filme da sessão em que está programado. Antes dele, outros quatro curtas serão exibidos, trazendo para o público uma visão sobre a prática de abigeato, que é o de roubo de gado, crime tão comum em Mato Grosso do Sul. Tanto que, desde 2021 o Estado conta com uma unidade de Delegacia Especializada de Combate a Crimes Rurais e Abigeato (Deleagro).

Produzido em Campo Grande, “Amoitado” é um drama de suspense rural roteirizado e dirigido por Tero Queiroz, com codireção de Aly Freitas, e integralmente filmado na Capital, entre os dias 26 e 31 de janeiro deste ano. 

Essas gravações foram realizadas majoritariamente durante a noite, envolvendo 52 cenas distribuídas em 22 páginas de roteiro. O curta empregou diretamente cerca de 40 profissionais do audiovisual.

Na direção, Tero tem mais experiência do que Aly, que atua principalmente na produção audiovisual. A codiretora acompanhou a escrita do roteiro desde 2022 e considera a estreia no festival um momento importante para o projeto.

“Então, eu estava bem por dentro do processo de criação desse filme. E ver ele hoje indo para a tela e estreando no Curta Campo Grande, que é um festival que está acontecendo aqui, na nossa casa, em Mato Grosso do Sul, para o público daqui, é muito importante e é muito gratificante também”, afirmou.

Aly também destacou sua contribuição para a construção do filme. “Acho que meu papel enquanto codiretora mulher para esse filme vem ao encontro com essa sensibilidade que o roteiro pede. É uma história muito dura, de muita tensão. As pessoas estão tensas o tempo todo nesse roteiro. E aí eu acho que consigo contribuir com meu olhar para trazer um pouco mais de sensibilidade e transformar cenas que seriam muito duras em algo mais respirável e bonito de compreender”, avaliou. 

Fica técnica

Direção: Tero Queiroz; 
Codireção: Aly Freitas; 
Produção executiva: Juliana Morais; 
Produção de captação: Plural Cine; 
Produção geral/elenco: Thalita Rebello
Elenco: (Carlos) Douglas Caetano; (Coxim) Renato Passos; (Duca) Espedito Di Montebranco; (Klaubo) Leandro Faria Lelo; (Mascado) Guilherme Godoy; (Mascado criança) Vinícius Lima; (Nathan) Arthur Benites; (peão 2) André Luís; (Tonhão)
Carlos Eduardo Lotfi; (Tena)
Mariana Castro; (Mãe) Sueli De Jesus Santana; (pai) Anderson Lima Farin; (criança); Henryl Chavier; (Irã) Lourenço Vilarim; (Melina) Fânia Martins; 
Assistente de produção: Daniel Prestes; 
Assistente de direção: Fernando Feitosa; 
Direção de fotografia: Rodrigo Rezende, Deivison Pedrê; 
1º assistente de Câmera: João Pelosi; Gaffers: 
Gabriel Lima, Emerson Santos; 
Direção De Arte: Paulo Taveira;
Figurino: Dayane Pedra;
Maquiagem e caracterização:
Suellen Martines;
Direção de áudio: Marcelo D’ávila;
Microfonista: Laura Cristina;
Fotografia still: Henrique Kawaminami; Holofote Estúdio;
Design do cartaz:
Wesley P. M. Junior;
Montagem:
Dimitre Lucho;
Edição de som, desenho sonoro e finalização de áudio: Diego Techera;
Vfx; 
Finalização e cor: Benedito Estúdio;
Colorista: Dimitre Lucho

 

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