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Dica da Semana: “Reign”

Voltada para o público jovem, “Reign” é uma envolvente série de época que mistura ficção com fatos históricos
31/03/2020 15:14 - Kreitlon Pereira/Via Streaming


Lançada em 2013, “Reign” é um dos grandes sucessos da emissora de televisão americana The CW. Com suas quatro temporadas disponíveis na Netflix, no Globoplay e no Now, o drama histórico se passa na Europa do Século XVI e tem como personagem principal Mary Stuart, rainha da Escócia de dezembro de 1542 até julho de 1567. A série conta a sua trajetória pelo poder, criando uma ficção em cima dos fatos mais marcantes da vida real da personagem. 

A primeira temporada conta a chegada de Mary, com apenas 15 anos, à França juntamente com suas damas de companhia e melhores amigas. Já noiva de Francis Valois II, o príncipe herdeiro do trono francês, Mary deverá sobreviver as intrigas e as ameaças da corte francesa a fim de assegurar seu trono escocês, abalado pelos embates entre católicos e protestantes, e de viver ser grande amor ao lado de Francis. Ao longo das temporadas, os espectadores acompanham a evolução da personagem da Mary de uma garota inocente e doce até uma mulher decidida e convicta de seus valores morais e responsabilidades como governante. Assim, enquanto as primeiras temporadas são mais votadas para os seus relacionamentos amorosos, as últimas pesam mais na parte política de sua jornada. 

Com um enredo que mistura os fatos históricos reais com romances envolventes, magia e muito mistério, “Reign” é uma série que rapidamente cativa o espectador, principalmente aqueles já são interessados em produções do gênero. Além de chamar atenção pelos belíssimos figurinos usados pelos personagens - que conseguiu unir elementos contemporâneos com a moda do passado -, a produção foi gravada em um autêntico castelo (Asford Castle, na Irlanda), o que contribui imensamente para uma melhor na imersão na época em que a história se passa.

 
 

Pintando outra realidade

Inspirada nas pinturas do sueco Simon Stålenhag, “Tales From The Loop” é a nova produção original da Amazon Prime Video que chega à plataforma no dia 3 de abril

A produção original da Amazon Prime Video “Tales From The Loop” tem seu enredo baseado na série de pinturas do artista sueco Simon Stålenhag, conhecido por suas imagens digitais que misturam elementos futuristas com ambientes rurais suécos dos anos 1980, que foram reunidas em um livro com o mesmo nome da série. Lançado em 2015, “Tales From The Loop” é um de seus trabalhos mais conhecidos, tendo servido de inspiração para a criação de um RPG de mesa, com o mesmo nome do livro. 

A série traz o ambiente das pinturas suecas para a pequena cidade americana de Mercer, em Ohio. Lá, seus habitantes moram em cima de um laboratório subterrâneo chamado de Mercer Center for Experimental Physics, fundado por Russ Willard (Jonathan Pryce). Apelidado de Loop pelos habitantes da cidade, é uma máquina construída para explorar os mistérios do universo, porém ninguém sabe exatamente o que é feito lá. Enquanto isso, na superfície, humanos, robôs e veículos futuristas convivem normalmente, sendo parte normal do dia-a-dia dos moradores da pequena cidade. Todos os elementos sci-fi da série - como robôs, objetos voadores, dimensões paralelas, dobras temporais e desaparecimentos inexplicáveis - são ferramentas narrativas encontradas pelos autores para explorar a condição de existência humana, abordando temas como a morte, a vida, a solidão e as consequências que vem com as tomadas de decisões. 

Apesar de sua estreia estar marcada para o dia 3 de abril, a Amazon Prime já havia disponibilizado três episódios de “Tales From The Loop” em uma espécie de pré-estreia. Curiosamente, somente o primeiro, o quarto e o sexto episódios (de um total de oito) foram liberados. Assim, observou-se que cada episódio possuía uma história particular, fechada em seu tempo de duração. Porém, de alguma forma os episódios se correlacionam, mostrando as diversas facetas da humanidade na pequena cidade de Mercer.

 
 

Rejeição perigosa

Com muito humor e xingamentos, “Coffee & Kareem” chega à Netflix

Famoso por seus papéis em “The Office” e “Se Beber, Não Case!”, Ed Helms já é uma figura conhecida no universo das comédias. Apesar de suas produções pecarem em profundidade, é o humor persistente que as torna apelativa para muitos. Nesse sentido, em tempos de isolamento e incertezas, um filme besteirol pode ser a pedida certa para alegrar o dia. E é exatamente essa a proposta de “Coffe & Karen”, um filme original da Netflix que conta com a direção de Michael Dowse (“Stuber” e “Goon”) para retratar uma comédia de ação sobre laços inesperados.

Quando Vanessa (Taraji P. Henson) decide assumir seu namoro com James Coffee (Ed Helmes), o policial acreditava que finalmente havia embarcado num relacionamento estável. No entanto, como sempre se dera bem com os namorados da própria mãe, não contava com a extrema rejeição de Kareem (Terrence Little Gardenhigh), o filho pré-adolescente de Vanessa. Assim, numa tentativa de se aproximar do garoto, James propõem que os dois façam juntos uma ronda pelo bairro. Apesar das boas intenções, Kareem enxerga esse momento como a oportunidade perfeita para bolar um plano que separe o mais novo casal e, portanto, contrata um criminoso fugitivo para afastar James de vez.

Mas aquilo que deveria ser apenas um susto toma proporções inimagináveis quando a gangue mais perigosa do bairro decide, no mesmo dia, resolver suas pendências com o tal criminoso. Dessa forma, Kareem e Coffee acidentalmente se transformam em testemunhas de uma secreta rede de atividades ilegais, o que coloca um alvo em suas costas e de suas famílias. Com o intuito de proteger Vanessa e aqueles que mais amam, os dois formam uma inusitada dupla e partem numa perigosa perseguição por Detroit, recheada de comédia e palavrões.

 

Felpuda


Outrora afinadíssimo com o presidente Jair Bolsonaro, parlamentar sul-mato-grossense começou a ser escanteado em consequência de uma das crises políticas de grande repercussão. A figura entrou em campo e botou falação sobre o que estava ocorrendo, e isso soou que só como crítica pesada ao governo, que, como não poderia deixar de ser, não gostou nadica de nada. Há quem diga que o dito-cujo é muito levado “pelo sangue”. Então, tá!...