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COVID-19

Vazios, hotéis da Capital poderão abrigar profissionais da saúde e pacientes com coronavírus

Negociações de donos de hotéis e prefeitura estão avançadas
25/03/2020 08:28 - Eduardo Miranda, Súzan Benites


Autoridades municipais de Campo Grande e representantes do setor hoteleiro negociam a liberação de parte dos leitos que ficaram ociosos, com o avanço da pandemia do novo coronavírus, para profissionais de saúde que atuarem na linha de frente no combate à doença Covid-19, e até mesmo para pacientes infectados, com complicações leves.  

“Existe um entendimento sendo orquestrado pela Secretaria Municipal de Turismo e um grupo de hotéis visando atender esta demanda”, contou Marcelo Mesquita, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis em Mato Grosso do Sul (ABIH-MS). Conforme Mesquita, as negociações já estão bem avançadas. “Só aguardamos um posicionamento por parte da prefeitura”, informou.

Ainda falta ser definida a melhor forma de ocupar os leitos. Além dos médicos e enfermeiros que atuam na linha de frente no combate à doença, que temem voltar para casa para não correr o risco de infectar integrantes da família, também há a possibilidade de pacientes ficarem nos leitos de hotéis. “Também se discute que esses hotéis receba algumas pessoas do grupo de risco caso a situação piore. Claro que separadamente em um local os profissionais da saúde e em outro o grupo de risco. Mas isso ainda está sendo definido com as secretarias municipais”, informou Mesquita.

A ocupação nos hotéis de Mato Grosso do Sul teve uma queda brusca na ocupação desde que os primeiros casos foram confirmados no Estado. Os quartos estão vazios, e as reservas para datas futuras despencaram. Os empresários do setor já lideram uma campanha chamada “não cancele, remarque”, para fazer com que haja procura depois que a pandemia passar.  

 

 

Felpuda


As conversas vêm acontecendo muito, mas muito reservadamente mesmo, e dão conta de que suplente poderá receber convocação, assumir a titularidade do cargo e por lá ficar por tempo indeterminado. Como é óbvio, tem gente jurando que nunca ouviu nem sequer falar sobre o assunto. O motivo não seria nada ligado a possíveis atos de irregularidades, mas sim por problemas de ordem pessoal.