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SEGUE PARA SANÇÃO

Vacinas poderão ser aplicadas<br> em farmácias no MS

Projeto de lei foi encaminhado para parecer do governador
28/06/2017 15:34 - IZABELA JORNADA


 

Assembleia Legislativa aprovou hoje (28) projeto de lei que autoriza vacinas a serem aplicadas em farmácias do Estado. "Creio que o governador, Reinaldo Azambuja (PSDB), vai compactuar com nosso pensamento e deve sancionar a lei", disse o representante do Governo na Casa de Leis e autor da matéria, deputado Rinaldo Modesto (PSDB).

Com 14 votos favoráveis e apenas um contrário, o projeto segue para ser sancionado pelo governador. "Votei contra porque essa aprovação pode por em risco a vida da população", refutou o parlamentar Paulo Siufi (PMDB), que também atua como médico pediátrico na Capital.

Siufi refere-se às normas e regulamentações que os estabelecimentos deverão se adequar. "Precisa de geladeira que custa uns R$ 20 mil. Gerador de energia, pois as vacinas precisam ser refrigeradas entre 2 a 8 graus e não pode acabar a energia", declarou o médico.

IMPASSE

Siufi aproveitou parte da polêmica por conta do projeto aprovado para reclamar que alguns de seus projetos estão sendo barrados já na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). "Aqui tem dois pesos e 600 medidas", atacou o peemedebista.

Isso porque Siufi teve veto de quatro votos contrários à matéria de sua autoria que disponibilizaria vagas de estacionamentos para pacientes renais crônicos, bem como aqueles que lutam contra o câncer. "Só queria uma vaga para eles, pois esses pacientes ficam muito debilitados e não podem andar por longas distâncias", defendeu.

Felpuda


Político experiente tem repetido que não é o momento de falar em eleições. O momento é de tensão, de incertezas políticas e econômicas – como se o País fosse uma ilha de preocupações cercada pelo coronavírus por todos os lados. Em Mato Grosso do Sul, onde já se registrou morte pela doença e o número de casos só tende a subir, não poderia ser diferente. “É suicídio político para quem ousar falar em eleição neste momento”, conclui. Só!