PMA

Usina multada em R$ 1,71 mi por incendiar áreas protegidas

Fogo em plantação de cana-de-açúcar atingiu 1.236 hectares
09/09/2015 14:05 - DA REDAÇÃO


 

Uma usina de cana-de-açúcar foi multada em mais de R$ 1 milhão por incêndio em área preservada, na região de Angélica, distante 323 km de Campo Grande.

Policiais Militares Ambientais realizaram, nesta terça-feira (08), uma vistoria em área de cana-de-açúcar, onde ocorrera um incêndio. No local pertencente a uma empresa sucroenergética de Ivinhema (MS), a PMA verificou que teria ocorrido incêndio em uma grande área de plantação de cana-de-açúcar, que medida com GPS, perfez 1.236 hectares.

Além disso, foi verificado que o incêndio saiu do controle e atingiu áreas protegidas de preservação permanente (APP), destruindo 87 hectares de matas ciliares de cursos d’águas e nascentes na propriedade.

A empresa proprietária da cana não tinha autorização, nem para a queima da palhada e foi autuada administrativamente e multada em R$ 1.711 milhão. Os responsáveis pelo incêndio responderão por crime ambiental e poderão pegar pena de um a três anos de detenção.

Vale ressaltar que a autorização de queima no Estado de Mato Grosso do Sul é proibida no período de 1º de agosto até 30 de setembro, anualmente. Nas áreas do Bioma Pantanal, o período de proibição estende-se até 31 de outubro, conforme Resolução conjunta nº 01 SEMAC/MS-IBAMA/MS, de 08 de agosto de 2014.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".