TEMPO

Última semana de janeiro terá calorão e temporal no Estado

Temperaturas ficam próximas de 40°C e chuva tem risco potencial de causar estragos no interior
26/01/2020 17:33 - GLAUCEA VACCARI E FÁBIO ORUÊ


 

Última semana de janeiro deve ter predomínio de calor, com temperaturas beirando os 40°C, mas as fortes chuvas voltam a cair entre terça (28) e quarta-feira (29), com risco potencial de causar estragos, especialmente nos minicípios do interior do Mato Grosso do Sul.

De acordo com previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as temperaturas sobem em todo o Estado durante a semana, com máxima de 39°C e sensação de mais calor. Temperaturas entram em ligeiro declínio na quarta-feira, caindo cerca de 4°C a máxima, no entanto, o dia continua quente. 

Na segunda-feira (27), dia deve ser de céu claro a parcialmente nublado, com possíveis chuvas à tarde no norte e nordeste do Estado, enquanto nas demais áreas o sol aparece entre poucas nuvens. 

Na terça e quarta-feira as áreas de instabilidade predominam e há previsão de chuvas fortes, acompanhadas de trovoadas e rajadas de ventos. Termômetros oscilam entre 21°C e 36°C.

ESTRAGOS

Na última semana, grnde volume de chuva causou  uma série de estragos e incidentes em várias cidades.  Há registro de diversas quedas de árvores em Campo Grande, por conta dos ventos que chegaram a 48 km/h.

Aquidauana também registrou estragos e, segundo o jornal O Pantaneiro, várias residências foram atingidas por fortes enxurradas durante a manhã de quarta passada e uma árvore de grande porte caiu em cima de um carro. Na última aferição realizada no início da tarde de sexta-feira (24), o nível de água do rio Aquidauana estava em 4,90 metros - 1,20 m acima do nível normal, que é de 3,30 m.

A Coordenadoria Estadual monitora a situação no município, além de outras regiões do Estado, como Rio Taquari em Coxim.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".