GREVE GERAL

Transporte coletivo volta a funcionar após paralisação de três horas

Motoristas não saíram das garagens até às 7h30 em apoio à greve geral
14/06/2019 07:48 - GLAUCEA VACCARI E LUANA RODRIGUES


 

Motoristas e funcionários do transporte coletivo de Campo Grande aderiram a greve geral convocada por centrais sindicais de todo o País, em protesto contra a reforma da Previdência. A paralisação começou por volta das 4h, horário em que os ônibus deveriam sair das garagens, e durou até por volta das 7h30. 

Além dos veículos que não saíram das garagens, os terminais de ônibus também amanheceram fechados, pegando muitos usuários do transporte de surpresa. Motoristas começaram a colocar os veículos nas ruas há pouco e o expectativa é que o transporte coletivo esteja totalmente normalizado até 9h30.

GREVE GERAL 

Sindicatos de diferentes categorias, entre elas, professores e bancários, anunciaram uma greve geral para esta sexta-feira (14). A pauta principal da manifestação, segundo centrais sindicais, é o repúdio à proposta do governo para a Reforma da Previdência. Também estão entre as reivindicações maior geração de empregos formais, retomada do crescimento da economia e protesto contra o contingenciamento na Educação.

Com a greve, não haverá aulas nas escolas públicas do Estado e as agências bancárias também devem permanecer fechadas. 

“Vamos dar mais uma vigorosa demonstração de que não aceitamos mais ataques, tal como nos dias 15 e 30 de maio, oportunidades em que milhões de pessoas foram às ruas em defesa da educação e contra a reforma da Previdência. Toda a classe trabalhadora vai parar no próximo dia 14 de junho para defender as políticas públicas de educação, o direito à aposentadoria, o direito à saúde, o emprego, a moradia e a soberania nacional”, diz comunicado emitido pela Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems).

Em Campo Grande, a concentração dos trabalhadores deve começar às 9h, na Praça do Rádio, região central. (LR)

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".