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CORONAVÍRUS

Em reunião, prefeito defende quarentena e lojistas concordam com retomada gradual

Associação estima queda nas vendas de até 80%, mas pediu serenidade a empresários
28/03/2020 12:14 - Adriel Mattos, Natalia Yahn


 

O prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD), se reuniu na manhã deste sábado (28) com representantes do comércio, do Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul (MPMS) e do Consórcio Guaicurus - concessionária que opera o transporte coletivo - para discutir a reabertura das lojas e a retomada do serviço. Apesar da pressão, Trad resiste em liberar as atividades frente à pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

“Os representantes estão conscientes que o bem maior é a vida. Por isso, estamos todas as medidas com discernimento para que o campo-grandense possa retomar sua vida social com segurança”, disse.

Um estudo será feito em parceria com o MPMS e Associação Comercial e Industrial (ACICG) para determinar como e quando será a retomada. O prefeito afirmou que o transporte coletivo não vai operar com capacidade total, atendendo apenas trabalhadores de serviços essenciais, como saúde, alimentação e segurança pública.  

“Estamos preocupados com valores da vida e da economia. Estamos buscando um equilíbrio, compartilhando o maior número de sugestões. Não vamos retomar a rotina do campo-grandense se o ir e vir não for sadio”, ressaltou o chefe do Executivo municipal.

O primeiro-secretário da ACICG, Roberto Oshiro, pediu que a população fique calma. “A redução do volume de vendas foi muito significativa, de 70% a 80% em todos os setores. Pedimos aos empresários que tenham serenidade e que mantenham os empregos. Este momento vai passar”, afirmou. 

 

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?