Cidades

INTERIOR

Tatu é capturado pela Polícia Militar Ambiental em hospital

Animal foi solto na mata sem ferimentos

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Um tatu-galinha, da espécie Dasypus novemcinctus, foi capturado dentro de um hospital ontem (3), por Policiais Militares Ambientais no município de Coxim. Após encontrado por funcionários, o animal silvestre foi levado e depois solto na mata.

Segundo informações da PMA, funcionários do hospital encontraram o animal que estava andando pelo pátio da unidade de saúde. Os militares ambientais foram até o local e capturaram o tatu nos fundos do hospital.

Como ele não apresentava ferimentos, em seguida foi solto em uma área de vegetação distante da cidade.

A espécie
Também denominado tatu-de-nove-bandas, tatu-de-folha, tatuetê, tatu-veado e tatu-verdadeiro, esse animal possui cabeça pequena, focinho pontudo, olhos pequenos, e orelhas grandes e estreitas. De hábitos noturnos, esses animais vivem geralmente solitários, alimentando-se de invertebrados, pequenos vertebrados.

O tatu-galinha e os demais representantes do Gênero Dasypus, ainda, são os únicos animais, além da nossa espécie, cujo organismo é capaz de desenvolver o Mycobacterium leprae, bactéria causadora da hanseníase.

IVINHEMA

Jovem de 23 anos é encontrada morta em residência

Larissa Maria dos Santos foi localizada sem vida na noite de quinta-feira; Polícia Civil e Polícia Científica apuram as circunstâncias da morte

05/06/2026 09h15

Caso mobilizou equipes da Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Científica no distrito de Amandina, em Ivinhema

Caso mobilizou equipes da Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Científica no distrito de Amandina, em Ivinhema Ivinotícias

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Uma jovem de 23 anos, identificada como Larissa Maria dos Santos, foi encontrada morta na noite desta quinta-feira (4) em uma residência localizada no distrito de Amandina, em Ivinhema.

De acordo com o portal Ivinotícias, a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência em um imóvel da comunidade. Ao chegar ao local, os policiais encontraram a jovem já sem sinais vitais.

A área foi isolada para garantir a preservação da cena até a chegada das equipes da Polícia Civil de Ivinhema e da Polícia Científica de Nova Andradina, responsáveis pelos levantamentos periciais que irão auxiliar na investigação.

O caso causou forte comoção entre familiares, amigos e moradores de Amandina, que lamentaram a morte da jovem nas redes sociais.

As circunstâncias do ocorrido serão apuradas pelas autoridades. Segundo informações iniciais, a principal hipótese investigada é a de que Larissa tenha tirado a própria vida.

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ESTELIONATO

Mulher sofre golpe de quase R$ 4 mil após ligação de "gerente de banco"

A tela do celular da vítima ficou preta após atender a chamada suspeita

05/06/2026 09h00

Aos policiais, a vítima ressaltou que não forneceu nenhuma informação ao

Aos policiais, a vítima ressaltou que não forneceu nenhuma informação ao "gerente do banco" Freepik

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Em Campo Grande, uma mulher, de 52 anos, foi vítima de golpe bancário, estelionato eletrônico, fraude mediante meio digital e acesso indevido ao aparelho celular, com realização de transações bancárias não autorizadas.

No Boletim de Ocorrência, a vítima relata que estava em seu local de trabalho quando recebeu uma ligação de vídeo, via WhatsApp, do contato identificado como "Renato Viva Sorte". Ao atender a videochamada, o indivíduo disse que era o "gerente do banco". A mulher, surpresa, apenas perguntou "o que houve?". Logo em seguida, sem que tivesse informado qualquer dado, a tela de seu aparelho celular ficou preta.

O aparelho da vítima, um Xiaomi 14 Pro,  passou a apresentar falhas graves, ficando sem utilidade regular após a ligação.

Aos policiais, a vítima ressaltou que não forneceu nenhuma informação ao "gerente do banco". Também não compartilhou a tela do aparelho, não clicou em link, não instalou aplicativo, não autorizou acesso remoto e não autorizou nenhuma operação bancária.

Após o ocorrido, a vítima constatou movimentações bancárias suspeitas e não reconhecidas, causando prejuízo financeiro de R$ 3.961.

O prejuízo decorre de transferências via Pix, nos valores de R$ 990, R$ 1.500, R$ 1 mil e outra de R$ 471. A mulher informa que não reconhece, não realizou e não autorizou nenhuma das operações, tampouco possui qualquer relação comercial com as empresas recebedoras dos valores.

Ela requeriu às autoridades que sejam adotadas providências para identificação do usuário/titular da linha telefônica, bem como dos titulares das contas recebedoras dos valores.

Por fim, requer o rastreamento dos valores, tentativa de bloqueio/recuperação das quantias subtraídas, preservação dos dados das transações e identificação dos elementos técnicos relacionados às operações, incluindo chaves Pix, contas destinatárias, IPs, dispositivos utilizados, horários das operações, eventuais dados de geolocalização e demais informações necessárias à investigação.

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