INTERIOR

Suspeitos de decapitarem jovem<br> em morro são presos pela PM

Crime ocorreu em fevereiro deste ano em Corumbá
20/05/2019 12:00 - BRUNA AQUINO


 

Os presos Crisavano Castedo de Souza, de 22 anos e Douglas da Silva Oliveira, 27, foram presos pela Força Tática da Polícia Militar de Corumbá ontem (19). Eles são suspeitos de executar Gerson Surubi Arteaga, de 24 anos, no dia 2 de fevereiro, com a ajuda de mais dois comparsas Mateus dos Santos Alves, 23, e Robermauro Mercado Rochaque, de 22 anos, são procurados pela Justiça. As informações são do Diário Corumbaense.

De acordo com o boletim de ocorrência os dois estavam em uma casa, localizada na rua José Maciel de Barros, no bairro Cristo Redentor. Ao constatar a presença da equipe policial, um indivíduo de 22 anos, avisou por meio de um sinal, para que a dupla fugisse, mas eles foram capturados em seguida.

As investigações apontaram que Crisavano Castedo, Douglas da Silva e outros dois comparsas, sequestraram e decapitaram Gerson Surubi. Duas mulheres, uma de 22 e outra de 41 anos, também foram detidas pela equipe policial, porque esconderam os foragidos da Justiça.

O CRIME

O corpo de Gerson foi encontrado no final da manhã do dia 2 de fevereiro, em um morro, área de difícil acesso, localizado no final da rua Alan Kardec, esquina com a Duque de Caxias, no bairro Aeroporto. A vítima foi decapitada com um machete (tipo facão). O corpo estava caído sobre uma pedra e a cabeça, alguns metros à frente.

Vídeo que circulou nos grupos de WhatsApp e nas redes sociais, mostrou que pelo menos quatro pessoas participaram da execução, em plena luz do dia. Um dos assassinos, inclusive, usava tornozeleira eletrônica.

Os quatro foram indiciados por homicídio qualificado pelo motivo torpe, pelo emprego de meio cruel e que impossibilitou a defesa da vítima e tiveram as prisões decretadas pela Justiça.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".