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BAIRRO NOBRE

Suspeito de roubo a salão gastou <br>R$ 2,5 mil em festas e drogas

Crime aconteceu em junho, no Jardim dos Estados, e suspeito foi preso
17/07/2019 15:26 - GLAUCEA VACCARI E EDUARDO PENEDO


 

Suspeito de assaltar um salão de beleza em bairro nobre de Campo Grande, no fim do mês passado, Rafael dos Santos, 26 anos, foi preso e informou à Polícia Civil que gastou os R$ 2,5 mil roubados em festas e drogas. Ele foi apresentado na tarde de hoje (17), na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf).

Conforme o delegado responsável pelas investigações, Mateus Zampieri, o suspeito agiu sozinho e, no dia 21 de junho, estacionou o veículo Gol a uma quadra do salão, localizado no Jardim dos Estados. Armado com um revólver calibre .38, ele foi até o comércio e rendeu a proprietária e um funcionário, anunciando o roubo.

Foram levados do local dois celulares iPhone, R$ 2,5 mil em dinheiro, cerca de R$ 10 mil em cheques, nove cartões de crédito, dois talões de cheque em branco e um terço de prata. O carro usado no dia do crime foi vendido por Santos.

Ainda segundo o delegado, o suspeito foi preso na casa dele, localizada na Vila Belo Horizonte, onde também foi cumprido mandado de busca e apreensão e apreendidos os objetos roubados.

Quanto aos cheques em conta, Santos tentou depositar em conta, mas eles voltaram. Já os R$ 2,5 mil em dinheiro, foram gastos em festas e na compra e uso de drogas.

Suspeito foi autuado pelo crime de roubo majorado pelo emprego de arma, que tem pena prevista de até 15 anos de prisão, em caso de condenação. Ele já tem passagens por roubo, tráfico de drogas, lesão corporal e posse de arma de fogo.

Felpuda


Em uma das eleições em MS, candidato já oficializado na convenção corria o trecho para conquistar os eleitores. Mal sabia, porém, que time do seu partido e de aliados estava tramando sua derrubada para emplacar substituto que teria mais votos. Por muito pouco, o dito-cujo não foi guilhotinado, conseguindo salvar o pescoço. Agora tudo indica que o mesmo processo estaria em andamento e seria mais fácil, pois a “vítima” desta vez ainda é só pré-candidato. Dizem que a “turma da trairagem” tem know-now no assunto.