BR-163

Secretário teme saída da CCR:<br> “acho que entraremos num caos”

Miglioli defende permanência da empresa na administração da rodovia
25/04/2017 06:00 - DA REDAÇÃO


 

O Governo do Estado está tratando com cautela o pedido de revisão contratual da CCR MSVia, concessionária da BR-163, que interrompeu as obras de duplicação da rodovia.

“Se acontecer da CCR parar essa concessão, acho que entraremos num caos aqui no Estado”, disse ontem o secretário de Infraestrutura, Marcelo Miglioli.

O governador Reinaldo Azambuja estará hoje em Brasília para tratar do assunto na Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT).

“A rodovia voltaria para o governo federal, e até o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) licitar, contratar uma empresa para fazer a manutenção, imagine só o que ia virar”, afirmou Miglioli.

Conforme o secretário, é preciso muita cautela neste momento. “Lá atrás (em 2013) foi feito um contrato imaginando uma situação que não existe hoje no país”, complementou, ao citar a crise econômica. 

As nove empresas contratadas pela CCR MSVia para duplicar a BR-163 em Mato Grosso do Sul já começaram a desmobilizar seus canteiros.

Entre elas estão empreiteiras do Mato Grosso, de Santa Catarina e até da Bahia. Funcionários contratados para as obras já cumprem aviso prévio ou foram demitidos, segundo informaram ao Correio do Estado.

*Leia reportagem, de Eduardo Miranda e Lucia Morel, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".