Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO

Saúde confirma quatro <br>novas mortes por gripe em MS

Estado soma 30 mortes no ano, sendo 10 em Campo Grande
04/07/2019 15:47 - GLAUCEA VACCARI


Na última semana, quatro mortes por gripe foram confirmadas em Mato Grosso do Sul pela Secretaria Estadual de Saúde (SES), sendo três em Campo Grande e uma em Aquidauana, conforme aponta boletim epidemiológico divulgado hoje. Com os novos casos, o Estado soma 30 mortes pela doença no ano, com 10 delas na Capital.

Conforme o boletim, em Aquidauana a vítima é uma mulher de 62 anos, que morreu por Influenza A H1N1 no último domingo (30). Ela também sofria de doença cardiovascular crônica.

Já em Campo Grande, gripe foi confirmada como causa da morte de um homem de 74 anos, que faleceu no dia 20 de junho e de uma mulher de 47 anos, que morreu no dia 24 de junho, ambos por H1N1. Influenza B não subtipado causou a morte de homem de 57 anos, que tinha doença cardiovascular, imunodeficiência, etilista e tabagista, no dia 20 de junho.

De janeiro até hoje, Campo Grande já teve dez mortes por gripe, sendo a cidade do Estado com maior número de casos, seguida por Três Lagoas (6), Corumbá (3) e Aquidauana (3). Também tiveram vítimas de gripe, com um caso cada, os municípios de Inocência, Porto Murtinho, Mundo Novo, Água Clara, Naviraí e Bonito.

As mortes ocorridas em pouco mais de seis meses deste ano já quase superam o total registrado no ano passado, quando houve 33 óbitos por gripe no Estado.

Entre os casos totais, de Influenza A H1N1, H3N2, não subtipado, Influenza B e Síndrome Respiratória Aguda Grave, foram notificados 916 casos no ano, sendo 76 na última semana.

GRIPE

Conforme os profissionais da Saúde, o vírus H1N1 causa os mesmos sintomas das outras versões do vírus da Gripe, ou seja, o paciente apresenta sintomas de febre alta, mal-estar, dores de cabeça, espirros constantes e tosse. Em alguns casos de H1N1, pode haver também dificuldade para respirar ou falta de ar.

Quando os sintomas aparecem, o aconselhável é procurar imediatamente a Unidade de Saúde mais próxima da residência do paciente para o diagnóstico médico e tratamento adequado.

Felpuda


Político experiente tem repetido que não é o momento de falar em eleições. O momento é de tensão, de incertezas políticas e econômicas – como se o País fosse uma ilha de preocupações cercada pelo coronavírus por todos os lados. Em Mato Grosso do Sul, onde já se registrou morte pela doença e o número de casos só tende a subir, não poderia ser diferente. “É suicídio político para quem ousar falar em eleição neste momento”, conclui. Só!