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CONFLITO

Reunião vai definir retirada de gado e maquinário de fazendas invadidas no Estado

Indígenas ocuparam cinco fazendas de Antônio João no último fim de semana
28/08/2015 10:11 - ALINY MARY DIAS


 

Com o aumento da tensão na região de Antônio João, cidade distante 402 quilômetros da Capital, entre índios e fazendeiros, representantes de órgãos devem se reunir na tarde desta sexta-feira (28) para definir como será feita a retirada de gado e maquinário das cinco fazendas invadidas.

Participam da reunião representantes do Departamento de Operações de Fronteira (DOF), Fundação Nacional do Índio (Funai) e Ministério Público Federal (MPF).

Segundo apurou o Dourados News, tanto animais quanto bens materiais das propriedades podem sofrer danos, segundo relatos do comandante do DOF, Ari Carlos Barbosa.

"Tem máquinas agrícolas, tratores e animais, muitos deles precisam de cuidados. Além disso pertences de funcionários com valor sentimental também, temos o objetivo de preservar tudo isso, evitar confrontos e resguardar a integridade física tanto de produtores quanto dos indígenas” destacou.

TERRAS

Há 10 anos, em 2005, o Governo Federal homologou parte das propriedades rurais da cidade como terra indígena. A partir daí, houve série de cobranças por parte dos índios para que a área fosse demarcada, no entanto, nada foi feito pelo Governo Federal.

No último fim de semana, indígenas invadiram fazendas e até fizeram famílias de produtores reféns. O Departamento de Operações de Fronteira (DOF) foi acionado e está na região desde então.

Na quarta-feira (26), o clima ficou ainda mais tenso e produtores rurais bloquearam estradas que dão acesso à cidade em forma de protesto. As rodovias foram liberadas durante a noite. Ontem (27), a situação era menos tensa na região, mas a invasão continua e policiais do DOF fazem a segurança para evitar confrontos entre indígenas e fazendeiros.

 

Felpuda


Outrora afinadíssimo com o presidente Jair Bolsonaro, parlamentar sul-mato-grossense começou a ser escanteado em consequência de uma das crises políticas de grande repercussão. A figura entrou em campo e botou falação sobre o que estava ocorrendo, e isso soou que só como crítica pesada ao governo, que, como não poderia deixar de ser, não gostou nadica de nada. Há quem diga que o dito-cujo é muito levado “pelo sangue”. Então, tá!...