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CORONAVÍRUS

Repartições públicas terão expediente das 8h às 13h30 em Campo Grande

Redução da jornada é para evitar aglomerações e reduzir pressão no transporte coletivo
04/04/2020 07:47 - Glaucea Vaccari


 

Repartições públicas municipais passarão a funcionar em regime de cinco horas corridas a partir da próxima terça-feira (7), com expediente das 8h30 Às 13h30, em Campo Grande. Medida faz parte da estratégia para evitar aglomerações e reduzir a carga sobre o transporte coletivo, que funciona com esquema especial e reduzido durante a pandemia de coronavírus.

Além da redução na jornada, o prefeito Marcos Trad (PSD) também assinou decreto que reduz em 50% o efetivo de servidores no expediente presencial e haverá rodízio de servidores.

De acordo com o Executivo Municipal, a chefia de cada repartição será a responsável por definir a periodicidade do sistema de rodízio. Funcionários que estiverem ou residam com pessoas do grupo de risco cumprirão jornada de 6 horas em regime de teletrabalho. 

Neste grupo estão pessoas que tem doenças cardiovasculares ou pulmonares, imunodeficiência de qualquer espécie, transplantados; – maiores de 60 anos, gestantes e lactantes ou demais pessoas que não tenham comorbidades mas que apresentem sintomas da Covid-19.Ainda segundo o decreto,  horário de expediente poderá ser ajustado conforme a necessidade de serviço da repartição a que o funcionário estiver vinculado

.Durante este período, o atendimento ao público será reduzido na Central de Atendimento ao Cidadão, com a manutenção do distanciamento mínimo de 1,5 metro entre uma pessoa e outra.

 

Felpuda


Sindicalista defende o fim de mordomias e privilégios dos políticos e dos integrantes de outros Poderes, conforme divulgação feita por sua assessoria. Para ele, está na hora de se colocar um basta nessa situação, questionando, inclusive, o número de parlamentares e de assessores. Entretanto, não demonstra a mesma aversão por aqueles dirigentes de sindicatos que se perpetuam no poder e que comandam mais de uma entidade, assim como ele. Afinal, o exemplo deve vir de casa, né?