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Rapaz resiste à prisão, <br>tenta atacar policias e é <br>baleado na delegacia

Rapaz resiste à prisão, <br>tenta atacar policias e é <br>baleado na delegacia
27/08/2015 08:33 - VÂNYA SANTOS


 

Wagner Martins Nunes, de 23 anos, foi baleado no peito nesta quarta-feira (26), depois de resistir à prisão, tentar retirar armas de fogo de policiais e atacá-los com algema. O fato aconteceu na Delegacia de Maracaju, depois de cumprimento de mandado de prisão contra Wagner e o comparsa Marcelo Luiz do Prado, 33 anos.

Conforme publicado pelo Maracaju Speed, no final da manhã desta quarta policiais prenderam Wagner e Marcelo, acusados de tentar matar um taxista no Parque de Exposições, durante evento.

Investigadores constataram que a vítima alugava o táxi do pai de Wagner e, em fevereiro deste ano, o carro foi levado durante assalto. Wagner, porém, não acreditava na versão de roubo e imaginava que a vítima tivesse vendido o táxi, deixando seu pai com o prejuízo.

Para se vingar, Wagner foi de moto até o Parque de Exposições, onde entregou um revólver calibre .38 para Marcelo, que efetuou cinco disparos contra a vítima atingida por dois tiros.

No decorrer da investigação, a polícia representou pela prisão preventiva dos suspeitos e foi deferida pela Justiça.

Na delegacia, Wagner resistiu a prisão, avançou sobre os policiais para tentar retirar suas armas. Ele estava com algema solta em uma das mãos e a utilizou para fazer de gancho e atacar os policiais. Investigador então atirou contra o tórax de Wagner, que foi socorrido por equipe do Corpo de Bombeiros e encaminhado para o pronto socorro, de onde foi transferido para a Santa Casa, em Campo Grande.

Conforme assessoria da Santa Casa, Wagner está na ala amarela do pronto socorro, sedado, entubado e com dreno na região do tórax. Seu estado de saúde é considerado grave.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".