FISCALIZAÇÃO

Radares começam a multar em mais cinco pontos da Capital

Desde o dia 7 de maio, os aparelhos funcionavam em caráter educativo
22/05/2019 18:08 - TAINÁ JARA


 

Radares começaram a multar por alta velocidade em cinco pontos de Campo Grande, nesta quarta-feira. De acordo com a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), são três aparelhos no cruzamento da Avenida Afonso Pena com a Avenida Arquiteto Rubens Gil de Camilo, próximo ao shopping, e dois na Avenida Dr. Olavo Vilela de Andrade com a Rua Ramalho Ortigão, na Vila Albuquerque.

Desde o dia 7 de maio, os radares funcionam nestes pontos em caráter educativo. Com isso, 32 pontos de vias da Capital passam a ser monitorados de forma eletrônica e fixa. A velocidade máxima permitida nesses pontos é de 50 km/h. A previsão é que até o dia 31 de maio, outros quatro radares passem a fiscalizar com a finalidade de coibir as altas velocidades.

A fiscalização eletrônica por radares fixos foi retomada na Capital no final do ano passado, depois dos equipamentos ficaram quase dois anos sem funcionar. Entre final de 2016 e o final do ano passado, esta modalidade de aplicação de multas ficou suspensa. O motivo foi o encerramento de contrato com a empresa Perkons, responsável pelo gerenciamento das máquinas. Na época, 97 radares foram desligados em toda Capital.

ÓBITOS

Os óbitos no trânsito reduziram com reativação dos radares desde o final do ano passado. Conforme Agetran, entre janeiro e abril deste ano, foram 23 mortes contra 25 no mesmo período de 2017. No primeiro ano de radares desligados, as mortes subiram de 70 para 87.

 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".