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NEGOCIAÇÃO SALARIAL

Protesto de servidores <br>termina com bate-boca

Azambuja prolongou abono salarial por 12 meses, mas não garantiu reajuste linear
23/05/2019 17:19 - TAINÁ JARA


 

Servidores que manifestavam por reajuste salarial, na frente da Governadoria, na tarde desta quinta-feira, bateram boca com membros da segurança do governo do Estado. Eles foram impedidos de montar barracas no canteiro central da Avenida do Poeta Manoel de Barros, no Parque dos Poderes. O governador Reinaldo Azambuja afirmou que já concordou em manter abono de R$ 200 por mais um ano, mas que pode incorrer em ilegalidade se der reajuste linear.  

Diante da dificuldade nas negociações, os administrativos da educação deflagraram greve na última segunda-feira. A principal reivindicação é a incorporação imediata do abono, além de manutenção da jornada de 6h, realização de concurso público e plano de valorização salarial.

O projeto de lei para manter o abono de R$ 200 aos mais de 37 mil servidores estaduais foi levada à Assembleia Legislativa, na última quarta-feira (22). Os servidores também querem reajuste linear, no entanto o governo apresentou proposta de reajuste zero.  “A questão da reposição é que o estado está acima do limite prudencial. Então não tem limite para reposição. É questão de lei. A lei vale para todos. Muitas vezes ela é incompreendida para alguns, mas ela é necessária”, afirmou o governador.

Pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o limite global para gastos com pessoal é de 60% da receita corrente líquida, restringindo-se, no caso do Poder Executivo, a 49%. Sendo assim, o índice de 44,1% é considerado “de alerta”, e o de 46,55% é chamado de “prudencial”, ultrapassado no terceiro quadrimestre de 2018, quando registrou 47,22%.

 

Felpuda


As conversas vêm acontecendo muito, mas muito reservadamente mesmo, e dão conta de que suplente poderá receber convocação, assumir a titularidade do cargo e por lá ficar por tempo indeterminado. Como é óbvio, tem gente jurando que nunca ouviu nem sequer falar sobre o assunto. O motivo não seria nada ligado a possíveis atos de irregularidades, mas sim por problemas de ordem pessoal.