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SEGURANÇA PÚBLICA

Projeto terá sala especial para atendimento de mulheres vítimas de violência

No início, 10 cidades serão contempladas com a 'sala lilás'
26/06/2018 16:00 - ALINE OLIVEIRA E TAINÁ JARA


 

Dados divulgados pelo sistema Sigo, da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, apontam que entre 2016 e 2017 houve um crescimento de 5% nos casos de violência doméstica no estado. Apesar das ocorrências de feminicídio terem diminuído em 20%, caindo de 34 para 27, os casos de estupro aumentaram em 6,3%.

As informações foram reforçadas pela titular da Subsecretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, Luciana Azambuja, durante a abertura do seminário MS Fronteiras, realizado nesta terça-feira (26), no auditório da governadoria, lembrando ainda, o aumento no número de lesão corporal dolosa (3,17%) e ameaças (3%). 

"A fronteira sofre com a ocorrência do crime organizado e de violação dos direitos humanos. As principais vítimas são mulheres, jovens e crianças. Com este entedimento levaremos a 10 municípios um atendimento especial (sala lilás) para mulheres, adolescentes e crianças, sendo que em algumas localidades, a preferência será dada para as delegadas mulheres aprovadas no concurso da polícia civil", observa a secretária.

Segundo o delegado-geral da Polícia Civil de MS, Marcelo Vargas, os 72 delegados aprovados e outros servidores receberão capacitados especificamente para caos de violência contra a mulher.

"Campo Grande e mais 10 cidades polos receberão o espaço especial, daremos prioridade para lotação das delegadas mulheres, sem contar o treinamento necessário para oferecer suporte em casos tão delicados", argumenta.  

 

Felpuda


Apesar de ainda fazer certo charme no estilo “se chamar, vou pensar” é praticamente certo que ex-candidato ao governo do Estado nas eleições passadas não participará da disputa pela Prefeitura de Campo Grande. Nos meios políticos é falado que não se trata de “novidade” e que não haverá mais cavalo encilhado passando na sua frente. Ele ainda insinua que poderá voltar em 2022, mas há quem diga que não precisará pensar, pois faltará a tal da “chamada”.