Campo Grande - MS, terça, 14 de agosto de 2018

de 6 a 17 anos

Projeto tenta dar nova vida
para dezenas de crianças em risco

21 SET 2017Por RODOLFO CÉSAR15h:34

Um projeto em Anastácio passou a ajudar crianças em situação de vulnerabilidade social a superar problemas e terem melhor perspectiva de vida. Apesar de ter mais de uma década de atuação, recentemente a organização não-governamental recebeu aportes financeiros de órgãos não-públicos para conseguir manter suas atividades.

A Associação das Mulheres Independentes na Ativa do Município de Anastácio (Amina) oferta aulas de sapateado, balé, violão e karatê e agora tem apoio financeiro do Criança Esperança e da Unesco para custear suas atividades.

Neste ano há 142 alunos de baixa renda, com idades entre seis e 17 anos, frequentando o projeto e as aulas gratuitas. A presidente da entidade, Nilma Infran, comentou que o trabalho é feito em contra turno escolar para manter os jovens na escola e garantir que os inscritos não fiquem na rua ou de forma osciosa quando saem das unidades de ensino.

"Anastácio é uma cidade pequena com poucas opções de cultura e lazer. Por isso estamos com este trabalho, para que possamos revelar talentos e tirar as crianças da rua, ajudando pais que não têm condições de pagar uma creche", explicou Nilma.

A Amina funciona no Centro da cidade, em espaço da Escola Cejar e também tem uma sala no Jardim Indpendência. As aulas são oferecidas de segunda a sexta, manhã e tarde. 

"O Programa Criança Esperança nos forneceu todos os materiais gratuitamente, como quimonos, tatames roupas e instrumentos musicais. Nesta quinta-feira ainda (21) vamos oferecer curso de confeitaria de graça para as mães dos alunos", explicou a presidente.

Com 13 anos de fundação, a associação passou a trabalhar com famílias em situação de exlcusão e ainda incluiu mulheres que foram vítimas de violência doméstica que moram em bairros e vilas de Anastácio. 

Durante todo o ano é possível participar das aulas e os interessados podem procurar a entidade na rua Acogo, 406, ou ligar no telefone (67) 3245-1790.

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