MANIFESTAÇÃO

Em protesto, professores pedem cumprimento de piso salarial

Outra queixa é sobre abono no salário dos administrativos
30/05/2017 08:51 - MARESSA MENDONÇA E NATALIA YAHN


 

Professores e servidores do administrativo da Educação do Estado estão reunidos, na manhã de hoje, próximo ao prédio da Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul (SED/MS) para protestar pelo não pagamento dos 7,64% em janeiro referente ao Piso Salarial Nacional.

Ao menos seis viaturas da Polícia Militar estão na frente do prédio da SED e cones também foram colocados no local para dificultar a passagem dos manifestantes.

Ônibus com representantes da Educação dos municípios de Sidrolândia, Jateí, Glória de Dourados, Aparecida do Taboado, Paranaíba, Inocência, Batayporã e Três Lagoas chegaram ao local.

Uma das manifestantes Lourdes Aroka, de 64 anos, é professora da rede estadual há 38 anos e afirma que a situação está difícil sem reajuste salarial. “A gente precisa o mais rápido possível”.

Opinião semelhante é da copeira Lucia de Azevedo, 46, que trabalha em escola de Glória de Dourados. “A gente não quer greve a gente quer estar trabalhando, mas com salário digno”, completou.

MANIFESTAÇÃO

A Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems) afirma que o governo do Estado não cumpriu com o pagamento do reajuste de 7,64% do Piso Salarial Nacional, referente ao mês de janeiro deste ano e não incorporou o abono salarial de R$ 200,00 no salário dos administrativos da Educação.

Segundo eles, representantes dos 73 municípios onde há sindicato devem participar da manifestação.

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".