PORTARIA ESTADUAL

Portaria proibe policiais de portarem armas em unidades judiciárias

Informação foi divulgada no Diário Oficial, nesta segunda (15)
15/04/2019 13:52 - MARESSA MENDONÇA


 

A partir desta segunda-feira (15), policiais estão proibidos de portarem armas nas unidades judiciárias de Mato Grosso do Sul. A portaria foi divulgada no Diário Oficial do Estado pela Delegacia-Geral da Polícia Civil. 

Conforme documento a regra só é válida para os que são réus em processos e tem objetivo de coibir situações como a que aconteceu em março, no municipio de Bela Vista, quando um investigador apontou arma para um defensor público. 

Diante do fato, a portaria ressalta que é permitida a entrada de policiais armados, desde que não figurem como parte do processo, mas, determina identificação e registro junto à recepção. 

Em se tratando de policial que está como réu do processo, a regra é deixar a arma depositada em algum cofre ou móvel seguro na recepção até a retirada. A chave ficará com outro servidor. 

Caso não haja local adequado para o armazenamento da arma ou nenhum servidor responsável, o diretor ou responsável pela unidade deverá ser acionado.

Quando as armas forem entregues para outro servidor deverão estar desmuniciadas e descarregadas e quando se tratar de escolta policial, que demande a utilização de armamento de maior porte, o Diretor da Unidade Judiciária deverá ser comunicado previamente.

CASO BELA VISTA 

No dia 26 de março, um investigador de Bela Vista foi preso e afastado do cargo após ameaçar o defensor público Yuri César Novais Magalhães Lopes no fórum da cidade. Ele sacou uma arma e apontou para a cabeça do homem. Após o caso, o investigador foi afastado do cargo.

smaple image

Fique por dentro

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo, direto no seu e-mail.

Quero Receber

Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".