PATRULHA DA CIDADE

População reclama de ônibus quebrado e sem iluminação

Levantamento reprova 40% da frota
15/05/2019 19:19 - ALINE OLIVEIRA


 

Enquanto o consórcio Guaicurus alega que não tem condições de renovar a frota de ônibus que atende o transporte coletivo de Campo Grande, os usuários registram fotos e vídeos, indignados com as condições que se deparam quase todos os dias. 

A equipe da Mega 94 FM enviou registros de ouvintes que mostram situações desoladoras.

No primeiro vídeo, a usuária relata que o ônibus da Linha 072 quebrou nesta quarta-feira (15), por volta das 17 horas. Ao fundo é possível ouvir o diagnóstico do motorista, eixo do pistão quebrou (problema mecânico). 

Do outro lado da cidade, especificamente, o Terminal General Osório, a usuária registra situação no interior do veículo que faz a linha 080 (General Osório - Bandeirante). Ela conta que ao questionarem o motorista, ele informou que teria de seguir viagem assim, sem nenhuma luz funcionando no interior do ônibus (problema elétrico). 

COLETIVA PREFEITURA

Na tarde desta quarta-feira (15), a Prefeitura de Campo Grande, por intermédio da Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos (Agereg) informou que o resultado de um levantamento realizado por empresa especializada chegou a 40% de reprovação da frota de ônibus do consórcio Guaicurus. 

As irregularidades foram encontradas em 433 veículos de um total de 555 ônibus que compõem a frota de transporte coletivo. Foi informado ainda, que o item acessibilidade é o que apresenta maiores falhas. 

Das 106 ocorrências verificadas nesta área, 59 foram na plataforma elevatória utilizadas pelos portadores de deficiência. Os sistemas e componentes complementares respondem por 24% das falhas, 1%% dos problemas são no sistema de sinalização e 14% nos equipamentos obrigatórios.

*Com colaboração  de Tainá Jara e  Mega 94 FM

 

(Ônibus quebrado):

 

 

 

Ônibus sem iluminação interna:

 

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Felpuda


Princípio de "rebelião" política no interior de MS, fomentada por grupo interessado em tomar o poder, não prosperou. Quem deveria assumir o "comando da refrega", descobriu que, além da matemática ser ciência exata, há "prova dos nove". Explica-se: é segunda suplente, pois não conseguiu votos necessários nas últimas eleições, mas assumiu o cargo porque a titular licenciou-se, assim como o primeiro suplente. Caso contrarie a cúpula, seria aplicada a tal prova e, assim, "noves fora, nada".